16.1.09

Mai NADA!!



Não sei de onde é este Sr. Arnaldo José da Silva, mas isto sim, é uma politica baseada no optimismo.

14.1.09

Sea Life Centre - Porto

Cerca de 5.800 criaturas marinhas e de água doce, de 100 espécies diferentes, vão integrar a colecção do Sea Life Centre do Porto, um investimento privado de 10 milhões de euros que será inaugurado em Junho.
De acordo com informação hoje adiantada pelo promotor do projecto - o grupo inglês Merlin - são esperados cerca de 200 mil visitantes no primeiro ano de actividade deste centro.

"É um investimento marcante para a cidade que se for utilizado ao máximo pode efectivamente funcionar como um motor de desenvolvimento não só do Porto, mas de todo o Norte de Portugal", afirmou Rui Rio, presidente da autarquia portuense, na apresentação do Sea Life Porto.

Rui Rio salientou que se trata de um equipamento de raiz, privado, mas que tem o apoio e a participação da autarquia, nomeadamente através da cedência do terreno.

Situado junto à Praça Gonçalves Zarco (zona adjacente ao Parque da Cidade), o Sea Life terá 12 zonas distintas, desde uma paisagem de água doce do Parque Nacional do Douro até um tanque/oceano que presta homenagem ao explorador Vasco da Gama.

Com um período de construção estimado em oito meses, este será o 30º Sea Life Centre do Merlin Entertainments Group, empresa sedeada em Inglaterra e que este ano celebra o 30º aniversário.

Além de uma renda mensal, o grupo Merlin, que se dedica à criação e gestão de atracções turísticas, designadamente "Legoland Parks", "Earth Explorer" e "Dungeons", fica ainda obrigado a disponibilizar à autarquia portuense 2.500 bilhetes por ano.

Rui Rio salientou que, além do impacto na economia e no turismo da região, o equipamento terá "uma particular vocação na área da educação e da pedagogia".

Com 2.200 metros quadrados e espaço para futura expansão, o centro vai albergar 31 aquários diferentes. O do oceano tem uma capacidade de 500 mil litros de água, mede 10 metros de altura, nove de largura e tem mais de seis metros de profundidade.

Um colector de 300 metros, que passará por baixo da praia mais próxima, vai trazer água salgada directamente do Atlântico.

Entre a fauna que integrará a colecção do Sea Life encontram-se espécies tropicais, como o tubarão de recife de pontas pretas e o tubarão castanho, espécies europeias como o galhufo e o cação, além de estrelas-do-mar, cavalos marinhos, camarões e raias, entre muitas outras.
Actualmente, o Merlin Entertainments Group é considerado o maior operador de atracções de lazer da Europa e o segundo a nível mundial, depois da Disney.

in OJE

23.12.08

Os fins justificam os meios.. ou como se costuma dizer, Gato escondido de cauda de fora.

Impossibilitado de atingir um fim, um vê-se impelido em usar todos os meios para o atingir. Será essa faceta quase "corrupta" uma forma de justificar a teoria da evolução de Darwin ou a mesma teoria é a justificação para usarmos todos os meios possíveis e imaginários que estão à nossa disposição para atingir o dito fim?
Em conversa foi-me dito que a mesma teoria é uma mina de erros e incoerências, ainda não os vi devidamente expostos mas um dia a pessoa que versou sobre eles irá concerteza explanar tudo muito bem explanado. :)
Os desafios ou obstáculos que nos são apresentados são, supostamente, para ser atingidos ou ultrapassados, certo? Se sim, onde paira o tal limite que não devemos transpor, pois ao fazê-lo corremos o risco de sermos "castigados".
Podemos perguntar ao senhor Madoff, que não vislumbrando o tal "limite" como deveria viu-se numa grande alhada, e não, não estou a referir-me a uma porção de alhos.
Não querendo desviar-me do que me levou a dar ínício a este post já me desviei e não pretendo retomar o assunto.
Foi só um desabafo.

5.12.08

Na América e não só...

"However sudden and momentous the events which we have just beheld so swiftly accomplished...." é assim que começa o Author's Advertisement da 12ª Edição de "Democracy in America" de Alexis de Tocqueville.


To be continued...

28.11.08

2780 - O código postal é antigo mas o conceito é inovador.


Supostamente e a acompanhar as tendências o nome deveria ter mudado, mas à coisas que não mudam e o código postal é uma delas.
Possuidores de um sentido de humor extremamente apurado, talvez para acompanhar a carta degustativa que possuem e que está constatemente a ser revista, estes jovens, uns nem tanto, podem ser equiparados, segundo eles mesmos, ao El Bulli (quem não sabe o que é procure). Eles são os melhores, parecem os melhores e até têm um site dos melhores, bem estruturado, fácil de navegar e com uma escrita atenta.
Não me vou estender muito mais, vou apenas finalizar com um, infelizmente não pode ser tudo maravilhas, eles têm um grande defeito, talvez feitio, são acérrimos Benfiq.... Arghhhh uistas....
Mas pronto, os rapazes e raparigas até parece que fazem boa comida, e à primeira vista são uns porreiros.
Por sorte costumo andar sempre com uma ex-capa da FHM na bagageira do carro.

20.11.08

Mais que Atitude é uma questão Cultural!

Não sendo exemplo para ninguém, no que toca à circulação nas vias rodoviárias, existem pequenas coisas que me levam quase a ter ataques de Road Rage, nomeadamente a não utilização da sinalização luminosa de mudança de direcção (piscas) e da incessante circulação na faixa central das AE e estradas similares.
Todos os dias faço perto de uma centena de kilómetros (ou quilómetros) nas nossas estradas e piscas e circular à direita é coisa que não se vê.
Às vezes tento dar o exemplo, nunca em termos de limite de velocidade, pois o meu historial não o permite, mas no que concerne ao uso dos piscas e na circulação o mais à direita possível. Lá vou eu na faixa da direita a 120km/h a ultrapassar (eu sei, não devia) aquelas pessoas, que não deviam ter veículo nem carta de condução, que circulam na faixa central e da esquerda abaixo dos limites racionais de velocidade.
Temos também os fumadores inve(r)te(b)rados, as suas beatas incandescentes a esvoaçarem pela janela, descurando a possibilidade de alguém circular com o vidro aberto ou mesmo o motociclista que lá vem a trás, já para não falar da terra mãe.
Como já disse acima não sou exemplo, no que toca à condução, vermelhos, excessos de velocidade, entre outras... já fui presenteado por algumas, mas eu uso os piscas, quando circulo dentro dos limites de velocidade tento circular à direita, e sei que a faixa da esquerda é para ultrapassar, se bem que muitas vezes é mais rápido circular pela direita pois as abéculas (estou há séculos para usar esta palavra e até agora não tinha consigo encontrar o contexto certo) circulam à esquerda.
Para os mais cépticos que pensam que a AE só tem uma faixa, a central, aqui fica:
(Quero meter um video mas o servidor não deixa, fica para mais logo.)

30.10.08

A Crise, Má Gestão e os Pasteis de Nata.

Todos os dias no exercer de funções no meu emprego deparo-me com erros fatais de gestão, não estou a falar de erros no serviço público, esses existem e não são poucos, mas sim dos erros de gestão dos privados. Aqueles que apregoam aos sete ventos que o país está como está, de tanga, por causa dos políticos, e que precisam de subsídios para isto ou aquilo, são na realidade a razão para a sua própria falência, e da segurança social.
A crise é o que? Nada mais nada menos que fruto da má gestão, fruto podre sem dúvida nenhuma, que vai levar indubitavelmente ao fim da sociedade capitalista “de consumo imediato” como nós a conhecemos. Subprime, cartões de crédito, consumo desenfreado, irresponsabilidade social (por parte das sociedades financeiras), tudo isto levará um freio, porque de fato todos os impérios chegam ao fim, e este (o do subprime) tinha um fim anunciado.
Má gestão? O que é a má gestão? Para mim, como já disse antes, é a razão para a falência dos privados, onde quem sai em grande são os gestores e quem fica para trás são todos os outros. As organizações nacionais não primam pela boa gestão, sejam elas grandes, médias ou pequenas. Seria de esperar que as pequenas fossem mais cumpridoras e assertivas na aplicação de um método organizacional, mas nem por isso. Todos os dias lido com todos estes tipos de organizações, e todos os dias vejo alarvidades no que à gestão toca. Mais precisamente no que concerne a “dinheiro empatado/dinheiro gasto”.
Todas estas empresas se tivessem em conta o capital humano sofreriam menos com o facto (ou fato) de que são as pessoas que fazem a organização, é nelas que também temos de investir, de nada serve uma parafernália tecnológica se não existir alguém que realmente sabe qual a sua função, a da máquina e a sua dentro daquela organização. Este conhecimento é onde, na sua essência, reside a capacidade de reduzir custos. Reduzir custos não significa obrigatoriamente reduzir no pessoal. Novos métodos, procedimentos ajustados à operação, criatividade, tudo isto leva à redução de custos.

A nata da organização não é só o board e afins, é também o capital humano e o seu, inerente, conhecimento.