28.12.07

Bons exemplos nunca são demais.



Força viva de um conjunto de moradores, este jardim vivo é a prova de que, com persistência, vontade e acima de tudo orgulho no local onde vivemos, seja Portugal ou o nosso Bairro, tudo é possível.

Ficam aqui então os links:

Associação de Moradores Nova Oeiras

Aves de Nova Oeiras

19.12.07

O que se passa cá dentro.

Ao folhear o DN de hoje deparei com esta noticia.
Fica aqui então a dita.


"Vida de Manuel João Vieira inspira minissérie de TV.

O Cinema São Jorge esteve cheio, na segunda-feira à noite, para assistir à antestreia de Um Mundo Catita. A minissérie para televisão inspirada na vida do músico, pintor, actor, entre as muitas outras actividades de Manuel João Vieira conquistou gargalhadas em sala cheia - ou não fosse esta uma comédia negra. Na minissérie, de seis episódios, o vocalista dos Ena Pá 2000 interpreta o papel de si próprio e dá por si em situações inimagináveis - a matar a águia Vitória em pleno Estádio da Luz e ser depois perseguido pelos adeptos benfiquistas; a cantar no Natal dos Hospitais com um coro e depois discutir com um doente com leucemia ou adormecer no Teatro São Luiz e perder o grande concerto da sua banda.
Estss são apenas algumas das muitas peripécias pelas quais Manuel João Vieira passa ao longo da série, ou não fosse o slogan da ficção "as coisas podem sempre ficar piores".Nascido de uma colaboração entre duas jovens produtoras, a recém-formada Individeos e O Pato Profissional, Um Mundo Catita foi filmado em alta definição (HD) e 16 mm, sendo também inspirada nos grandes sucessos da cadeia norte-americana HBO, como Seinfeld, Os Sopranos ou Sete Palmos de Terra, entre outras séries.
O argumento e realização estiveram a cargo de João Leitão e Filipe Melo, que conjuntamente criaram a série. "De vez em quando, há uma série que vai mudar a história da televisão, mas esta não é uma delas", brincou Filipe Melo na antestreia do programa."É um fragmento possível"Apesar de Manuel João Vieira interpretar o papel de si próprio na série, o actor não participou no guião. "Tive um encontro com Filipe Melo, João Leitão, Bruno Almeida e Fernando Brito, entre outros, em que discutimos uma ideia ou outra. Mas o guião estava praticamente concluído", explicou ao DN Manuel João Vieira.Questionado se se revê na personagem, o cantor afirma que "é um fragmento possível". "É mais ou menos parecida. Mas é baseado numa ideia, pois as pessoas públicas podem ser vistas de uma forma distorcida, que muitas vezes não corresponde à realidade", acrescenta.
Para já, Um Mundo Catita ainda não foi vendida a nenhum canal de televisão. "Foi feita com um grande par de testículos. Sem qualquer subsídio no início ou sem nenhum contacto feito à partida.
Foi fazer e depois logo se vê", concluiu João Manuel Vieira."
Para os mais curiosos:

30.11.07

O Portal do Cidadão

Com o objectivo de servir todos os cidadãos residentes em Portugal, este Portal (do Cidadão) abrange toda uma panóplia de serviços, desde Certidões a respostas a questões relacionadas com o Programa Erasmus.


Fica aqui então para quem dele necessitar:

13.11.07

EarthRace - Navegar porque sim!

Ancorado na Doca de Santo Amaro, em Lisboa, o impressionante barco a motor multicasco Earthrace chama a atenção com a sua silhueta de nave espacial e a cor prateada a cobrir os seus 24 metros de comprimento. O design inédito é do arquitecto neozelandês Craig Loomes que adoptou um perfil wave piercing, uma tecnologia que permite aos cascos submergirem até sete metros na água, cortando as ondas sem perder nenhuma velocidade. "É uma tecnologia formulada originalmente para aplicação em ferry-boats e mais recentemente utilizada em embarcações militares.

Trata-se de uma proa extremamente afilada com uma reserva mínima de flutuação nas partes dianteiras do casco que minimiza o movimento vertical. Assim, a proa do barco atravessa as ondas em vez de as surfar e o resultado é uma navegação muito mais suave do que a dos designs em forma de V dos iates tradicionais", explicou detalhamente o skipper neozelandês Pete Bethune, 42 anos, líder da equipa de quatro elementos que segue a bordo do Earthrace.

Mas o aspecto mais importante desta embarcação inovadora é o facto de ser movida a biodiesel - um combustível renovável e biodegradável, obtido comummente a partir da reacção química (transesterificação) de óleos ou gorduras, de origem animal ou vegetal.

Equipado com dois motores Cummens Mercruiser QSC de 540 cavalos, o Earthrace é capaz de atingir velocidades de 40 nós (72 km/h) e prepara-se agora para tentar bater o recorde actual de circum-navegação em embarcação a motor estabelecido em 1998 pelo barco inglês Cable & Wireless, que fez esse trajecto em 75 dias.

O barco neozelandês irá utilizar cerca de cem mil litros de biodiesel durante a viagem."Acredito que este projecto tem a grande oportunidade de chamar a atenção para o desenvolvimento da indústria europeia de biodiesel, bem como realçar o biodiesel como uma alternativa viável para o petróleo", disse ainda Bethune que pretende iniciar a circum-navegação dia 1 de Março de 1008, em Valência, Espanha.

A ideia de um mundo onde o combustível é obtido através de bases sustentáveis é o mote que o skipper quer realçar com este projecto. "Demonstrando a potência, a credibilidade e a segurança ambiental do biodiesel, o Earthrace está comprometido em transformar esta visão em realidade e esta viagem será o nosso contributo para este fim", afirmou o skipper neozelandês que também está a controlar as emissões de CO2 durante todas as actividades da campanha promocional do projecto. "Com a ajuda do projecto Andromeda, no final de cada mês nós verificamos qual foi a nossa carga de emissões de CO2 e contrabalançamos com a compra de créditos de organizações acreditadas pela UN e assim tornamos as nossas actividades positivas em relação ao ambiente", adiantou também o skipper.

Esta consciência ecológica do navegador neozelandês também se estende à opção do tipo de pintura do fundo do casco, o conhecido antifouling, normalmente tóxico para o ambiente marinho. "Utilizámos cera no lugar da tinta, o que nos obriga a uma limpeza e reaplicação do produto todos os meses", acrescentou ciente de que este trabalho extra se reflecte positivamente no meio ambiente.


A ementa a bordo segue a mesma linha ecológica com alimentos orgânicos e produtos locais obtidos em cada escala do tour que o Earthrace está agora a completar pela Europa. "Hoje [ontem] mesmo compramos camarões a um pescador daqui e tem sido assim em todos os portos que atracamos durante o tour europeu.", comentou Bethune que já passou por várias cidades da Suécia, Dinamarca, Noruega, Alemanha, Holanda, Inglaterra, Bélgica e França, somando mais de 80 mil visitantes a bordo, antes de rumar para o Porto e para Lisboa, onde fica até amanhã. "Seguiremos então para Vilamoura e daí rumamos para Espanha, França e Itália, onde continuaremos a promover a ideia de que as pessoas podem ter uma vida confortável e ao mesmo tempo cuidar do meio ambiente", ressaltou o skipper dizendo que chegando a Valência, na Espanha, irá retirar o barco da água para uma revisão completa e a instalação de novos motores para então iniciar a rota de circum-navegação a partir do dia 1 de Março de 2008 no porto espanhol.

26.10.07

3.10.07

Pelamis Wave Power


Ora aqui fica mais uma noticia relativa ao investimento do Governo Português na área das Energias Renováveis.


"Portugal prepara-se para inaugurar o primeiro parque comercial de energia das ondas, capaz de fornecer energia "limpa" a 350 mil casas . As máquinas Pelamis, nome latino que designa as serpentes marítimas, desenhados por uma empresa escocesa que é líder mundial neste novo tipo de energia renovável, são compostas de vários cilindros vermelhos, cada um deles do tamanho de um pequeno comboio regional, conectados entre si, e que apontam na direcção das ondas.
A nova tecnologia baseia-se na introdução da energia criada pelas ondas nos tubos, fazendo com que estes subam e desçam no leito do mar. A energia assim armazenada é depois ligada a um sistema hidráulico que a produz. As três serpentes marítimas serão em breve colocadas num ponto a cerca de cinco quilómetros da costa portuguesa, (perto da Póvoa de Varzim), a partir da qual a energia será bombeada para a rede nacional.Esta operação de alta tecnologia não está isenta de problemas.
A data-limite para a instalação do parque estava programada para hoje, mas uma combinação entre mau tempo, pouca sorte e os riscos próprios de uma tecnologia nova tivera m como consequência que as máquinas se encontrem ainda em terra firme, à espera de uma oportunidade de mar calmo para que sejam colocadas no seu lugar final.As máquinas Pelamis foram desenhadas e construídas na Escócia pela empresa Pelamis Wave Power (PWP), mas a intervenção portuguesa foi decisiva para que o projecto adquirisse verdadeiro ímpeto. O dono da obra é a empresa portuguesa Enersis, com largo percurso na capítulo das energias renováveis.
Admitindo que, inicialmente, a energia produzida pelo novo parque não seria rentável, a Enersis conseguiu do Governo a fixação de tarifas que tiram à questão da rentabilidade a sua natureza central. "O que estamos a montar é o primeiro parque de energia das ondas do mundo", disse ao The Guardian António Sá da Costa, da administração da Enersis. "Isto não está isento de riscos", acrescentou, "mas Portugal é o lugar ideal para tentar provar a exequibilidade da tecnologia". "Possuímos uma costa de grande extensão, em comparação com o nível populacional do País, e com o apoio do Governo decidimos avançar", explicou. A Enersis conta ter 30 máquinas em funcionamento já no próximo ano. "

in DN, 03/10/2007

Mais informações em:


26.9.07

Livro Amarelo na Net

Ora como nem tudo na vida corre bem, às vezes é necessário reclamar para ser bem servido, atendido ou mesmo compreendido.
Assim aqui fica um site que fervilha de reclamações, umas boas outras más.

Aqui fica: Livro Amarelo na Net

PS: usem e abusem

18.9.07

Os Lobos



Como não podia deixar de ser tinha de fazer uma chamada de atenção para a selecção de Rugby, os Lobos, por sinal amadora, que foi considerada pelos Neo-Zelandeses uma equipa espectacular, com imensa garra e merecedora da presença no Mundial de Rugby.
Mesmo com um historial de derrotas, não podemos deixar de salientar a perseverança, profissionalismo e persistência da nossa selecção.

Espero que, como eu, muitas mais pessoas passem a tomar mais atenção que se passa no mundo que é este desporto, o Rugby.
Fica aqui um video para melhor ilustrar quem são Os Lobos.
Vejam vale mesmo a pena.

16.9.07

Dalai Lama - O Guru do Tibete

Ok parece que estou a gozar mas não, quem esteve lá sabe que é assim que ele se intitula. Guru, sábio, ser com experiência para partilhar e não o "Buda Vivo" como teimam em charmar-lhe.
Uma vez que me intitulo a mim mesmo um asséptico religioso, fui ver a "palestra" de S.S. Tenzin Gyatso com curiosidade e não como se fosse à procura da cura para os males do mundo.
Tendo a minha curiosidade sido despertada após ter visto uma entrevista ao Dalai num qualquer canal de TV, lá mexi os cordelinhos e a convite de uma prezada amiga minha lá fui (ok fiz-me convidado mas pronto). Assim confirma-se a boa disposição, o humor e a simplicidade. Primando sempre os conselhos auditivos, passo a explicar, resumindo e concluindo, devemos ouvir os outros para assim podermos evoluir em termos pessoais.

10.9.07

Ausente mas sempre presente!

Pois é podem estar a pensar, mas aconselho que não o façam, deixem essa tarefa para quem de direito.
Hoje dedico umas linhas à minha veia, digamos, artistica.
No outro dia fui dar sangue, um feito que acho dignificante e memorável e do qual me orgulho muito de cada vez que o faço, não só pela carga social que o gesto transmite mas por estar a fazer a diferença na vida de uma, ou mais, (ok aqui já estou armado em bom) pessoas.
Pode-se dizer que é como reciclar, mas na vertente reutilização do sangue em vez do plástico, vidro ou papel.
Continuando, doei o meu sangue e para não me esquecer do feito tão cedo, é claro, fiquei com um hematoma para ostentar e vangloriar-me. As pessoas perguntam "O que é isso no braço?" e eu prontamente "Fui dar Sangue!" Nos olhos das pessoas fica um ar de "humm" e depois um outro de "Ahh, dás Sangue?" Certamente pensavam que o mesmo nasce em árvores Ehehehhehe.
Para além do sangue também comprei uns livros, não só para mim mas também para outras pessoas, dos demais ficam aqui dois que acho que devem ser mencionados.
Um livro importante que muita gente (e pessoas também) devia ler é este, uma espécie de manual canino (link indisponivel temporariamente), só fazia bem, a nós utilizadores do passeio e aos outros, os donos. O outro é o Livro dos Revolucionários, o qual aconselho vivamente aos pessimistas e afins deste país, perspectivas positivistas nunca fizeram mal a ninguém.
E pronto acho que deixei aqui um bocado de mim e acho que foi um bom bocado (tal como o bolo).
Afinal consegui encontrar o link para o livro, aqui fica.
Até à próxima. ;)

17.8.07

Energias Renováveis

Tendo sempre presente que é este o futuro em termos de produção energética e uma vez que é imprescindivel dar a conhecer todo um universo (energético entenda-se) ao nosso alcance é importante dar a conhecer todas (ou quase) as formas de produção de energia (renovável).

Assim irei dar inicio com este post um novo ciclo cujo objectivo é dar a conhecer as formas de produção de energia renovável para consumo doméstico.

Para já deixo aqui um site interessante.

http://www.energiasrenovaveis.com/index.asp

3.8.07

Biosfera

O "Biosfera", um programa de televisão transmitido na RTP2, foi distinguido com o "Prémio Quercus 2007", um galardão que premeia entidades, empresas ou cidadãos que se destaquem como defensores do ambiente e promotores do desenvolvimento sustentável.
Criado e desenvolvido pela produtora Farol de Ideias, o "Biosfera" é um magazine de ambiente de 45 minutos, transmitido semanalmente na RTP2 e que conta com mais de cem mil espectadores.
A Quercus justificou o prémio, pelo «excelente tratamento que o programa tem dado às questões ambientais e à sua divulgação junto da sociedade portuguesa».
«O ambiente deixou de ser um tema a que só alguns especialistas e poucos cidadãos preocupados tinham acesso. Este prémio reforça o caminho semanal de chamarmos a atenção para um Planeta mais equilibrado», realçou Arminda Sousa Deusdado, a jornalista cordenadora do "Biosfera".
De entre os temas abordados no magazine destacam-se a crise do aquecimento global e temas críticos da agenda ambiental portuguesa como a barragem do Sabor, microgeração (produção própria de energia), erosão costeira e esgotamento dos aterros sanitários nacionais.

17.7.07

Iniciativas, poucas mas boas.

StickFaceRunner

Com o objectivo de dar a conhecer projectos portgueses, sejam eles arte plástica ou meras t-shirts, a Stick Face Runner não deixa o mérito em mãos alheias.

Vale a pena espreitar.


GAIA

Associação que foca as temáticas ambientais integrando questões sociais e políticas. Com uma forte componente activista, utiliza frequentemente acções criativas de cariz directo e não violento como forma de sensibilizar e criar consciência sobre raizes sociais dos problemas ambientais. O GAIA investe também fortemente na integração e influência de outros grupos sociais, transformado o trabalho de lobby e cooperação em pontos fortes do trabalho que realiza.

Um site a visitar, porque, o ambiente está nas nossas mãos.

12.7.07

Curiosidade

What's up with all those tip jars?

Am I alone in taking pointed notice of all the tip jars that have blossomed on business countertops? From delis to pizzerias, Chinese takeout joints to barbershops, the word has spread like wildfire: If you put out a tip jar, people will fill it.
Well, maybe they will, but I have yet to be shamed (if this is the right word) into casting my coin into the tip jar fountain. Perhaps it is the scientist in me, but I try to reason the situation out like this: I call in my order to the Chinese restaurant. I drive there to pick it up. I pay the menu price. Why on earth would I pay more than they are asking for their product? Doing so strikes me as positively un-American.
Tipping used to be confined to service-oriented occupations: waitresses, taxi drivers, doormen. Now it has spread to businesses where I seem to be doing most of the work.

Attempts at justification
Just recently I was in a general store where I roamed the aisles, collected my goods, brought them to the counter and even packed them myself. I paid the cashier $23.97 and then noticed a rather ostentatious pickle jar by the register. It was brimming with coins and paper money. On its face was written, in large red letters so as not to escape notice, "TIPS!" The addition of that exclamation point seemed to push the thing beyond a suggestion toward the realm of subtle demand.
Sometimes the tip jar bears an explanation or justification of the recipient's need for the extra cash, such as the annotation, "For college”. And then there was this cryptic one I saw in a service station: "For unanticipated expenses." Hmm. Don't we all have these?
All this reminds me of a little incident with an Internet retailer. On the order form after I had added up the total for goods and shipping, was an additional charge of $1, for "immediate replacement of lost or damaged goods."
There was no way for me to decline or eliminate this fee, so I called them. The pleasant woman at the other end of the line explained that the fee was a bargain because it would ensure my satisfaction with my purchase.
"Ma'am," I calmly began, "if I am not satisfied with this purchase, I expect you to remedy the situation in any event."
She removed the $1 fee.

Nobody will notice
The moral of this tale is that these companies seem to assume that nobody -- except for me! -- will notice or care if an additional buck or two is appended to an order. Considering the large customer bases involved, this can add up to a lot of money. I think this is precisely what has spilled over into the ad hoc tipping jar phenomenon we're now experiencing. If the college student who works at the local taco stand puts out his or her jar and makes an extra $10, $20 or $30 a day, well, why not? It's not as if people have to cough up a tip.
At this point I'm willing to admit that maybe I'm being a curmudgeon about this -- or even worse, a cheapskate. But although I don't contribute to these ubiquitous, beckoning Mason jars, I think there is an insidious effect on the young.
On a visit to a bakery with my son, I had just paid for my bagels when Anton nudged me and pointed to the tip jar. "Dad," he said, "aren't you going to tip them?"
I looked at the milk-faced student behind the cash register, who beamed at me. "Thank you," I told him, "and have a nice day."
This didn't end the conversation. In the car on the way home, Anton asked me how I would feel if I had a tip jar and nobody put any money in.

A little classroom experiment
No one had ever asked me this before. As a teacher it had never occurred to me to put one of these jars on my desk. And so I decided to conduct an experiment. The next day, when I entered the classroom, I casually pulled a small jelly jar from my bag and placed it on my desk. On the front was a neat label, "Tips." I didn't do anything else to draw my students' attention to it and ignored the low mumble that the act incited.
At the end of the lecture, as the students filed out, I'll be darned if a few of them didn't throw their loose change into the jar. I gave it all back, of course, but their quiet gestures did lend me a small thrill, a sense that my teaching efforts were worth more than my salary alone.
Well, I still don't put money in tip jars, but I have put one of these jars in my son's room. Sometimes, when he does something positive or helpful without being told, I throw a couple of quarters in. He appreciates this and looks for opportunities to lend a hand wherever he can. I think that as long as we can keep this under control, I will not have created unreasonable expectations. But mum's the word.

This article was reported and written by Robert Close for The Christian Science Monitor.

Vou meter uma caixinha de gorjetas com uma inscrição a dizer "Dê, vai ver que não custa nada!” aqui na minha secretária, pode ser que seja a solução para a minha independência económica.

1.7.07

Tuga Success VI



Melhor Propriedade Rural da Europa 2007

Situada na freguesia de Rosmaninhal, a Herdade da Poupa está integrada na Monfortur, uma empresa do Grupo Espírito Santo que gere os hotéis Astória e Fonte Santa, em Termas de Monfortinho. E João Carvalho, o secretário-geral da Associação Nacional de Proprietários e Produtores de Caça, explica que o prémio distingue os melhores exemplos "do ponto de vista da conservação dos recursos naturais”, como será esta Herdade da Poupa. Ali se alia um projecto de turismo rural com a localização em plena área da Rede Natura 2000 e do Parque Natural do Tejo Internacional, uma relação que João Carvalho classifica de “casamento perfeito”.
A preservação da paisagem, biodiversidade, património cultural e o desenvolvimento de uma economia local sustentável são os critérios que o júri, na hora de escolher um vencedor. Este ano houve dois vencedores 'ex-aequo', já que foram eleitas duas propriedade, uma na Inglaterra e esta de Idanha-a-Nova. A nível nacional apenas a Herdade do Pinheiro, em Setúbal, tinha até agora sido galardoada.
A notícia da atribuição do prémio foi recebida pelo administrador da Monfortur “com grande satisfação”, sobretudo porque reconhece o trabalho feito na conservação da natureza. António Salgado explica que nos últimos anos se apostou na recuperação dos ecossistemas, que tinham sido destruídos por práticas agrícolas ou florestais incorrectas, como a célebre campanha do trigo. Consistia ela em incentivos à produção deste cereal, entre 1928 e 1934, e levou a um esgotamento dos solos e ao desaparecimento de muitas espécies nativas. A promoção do eucaliptal, algumas décadas mais tarde, só agravou a situação.
Para recuperar o espaço, a Monfortur promoveu a regeneração do montado de azinho, entre outras boas práticas ambientais. E hoje a herdade é habitada por espécies como o veado, o grifo, o abutre-do-Egipto ou a cegonha-preta.
A Herdade da Poupa tem uma área de aproximadamente 4 200 hectares , contando com um hotel rural com 16 quartos e várias actividades ligadas à natureza, como observação de aves, percursos pedestres ou safaris fotográficos. A actividade cinegética é outra das vertentes e, para António Salgado, o prémio “é a prova que a caça não é tão ameaçadora como parece” da conservação da natureza.

26.6.07

Noticias do dia

Nokia Siemens


Empresa vai empregar 500 engenheiros até 2010 e 160 no primeiro ano
A Nokia Siemens Networks assinou ontem um protocolo com a Agência Portuguesa para o Investimento (API) para a instalação de um centro de competência internacional em Lisboa. Na corrida, estiveram a Polónia e a Irlanda. Com data prevista de inauguração para o final do ano, a empresa ainda não tem um espaço para o centro."Estamos à procura de um espaço na área metropolitana de Lisboa, de 3000 metros quadrados", sendo já certo que "um núcleo de 700 metros quadrados funcionará no Tagus Park, ao abrigo de um acordo com a Universidade Técnica de Lisboa", afirmou João Picoito, à margem da cerimónia de assinatura, que contou com a presença do primeiro-ministro. Abrir todo o centro no Tagus Park "é uma hipótese que não está descartada, mas neste momento não há condições", de espaço, frisou.O centro português vai exportar serviços para todo o mundo, podendo servir operadores de qualquer país. No próximo ano, a equipa será constituída por 160 engenheiros, prevendo-se que este número chegue aos 500 em 2010. A maior parte dos engenheiros serão recrutados na Universidade Técnica. Para Basílio Horta, "Portugal está a transformar-se num país muito atraente para centros tecnológicos". Os argumentos que conseguiram trazer o investimento para Portugal estão associados "ao plano tecnológico, à formação profissional e à ligação às universidades". Condições que poderão trazer outros projectos neste sector para o País, já que "Portugal está a concorrer a outras iniciativas".

Noticia integral em: http://www.dn.pt/


Museu Berardo



Figuras da política, cultura, media e finança na inauguração do museu
"Depois do meu casamento, este é o dia mais feliz da minha vida". E com estas palavras Joe Berardo encerrava o pequeno discurso informal pelo qual deu boas-vindas aos perto de 800 convidados presentes num fim de tarde que concentrou no Museu Colecção Berardo figuras da política, da cultura, das finanças. E foram poucos os ausentes. Vários candidatos à Câmara de Lisboa, rostos dos media, ministros, ex-ministros. E, como Joe Berardo fez questão de sublinhar, muitos artistas, "que vieram de diversas partes do mundo".Em ritmo de procissão, os muitos convidados avançaram depois pelas galerias do novo museu que conhecia assim os seus primeiros visitantes. O cortejo lento percorreu salas, tornando-se logo evidentes alguns dos artistas mais "desejados". Picasso no piso zero. Warhol, Liechenstein e um conjunto de fotos de Jorge Molder no andar superior. Salas mais iluminadas que antes, com a luz do dia, conferindo ao espaço uma sugestão de humanidade. Ao ver cumprido um sonho, o coleccionador agradeceu ao primeiro ministro e à ministra da Cultura o desfecho "feliz" de dez anos de negociações. "Se estou aqui hoje é porque as raízes do meu país me chamaram", vincou, num conjunto de palavras que revelavam um homem feliz, que não limitou agradecimentos aos políticos. A família e os que trabalharam no museu mereceram atenção.Lembrando os casos recentes de Bilbao e Valência, em Espanha, cidades cujos museus reforçaram as suas posições no turismo e economia, Isabel Pires de Lima frisou a importância para a cidade de um equipamento como o que se inaugurava. "Vem preencher uma lacuna no panorama museológico nacional", disse entre palavras que lembraram o cumprir de uma das vocações do CCB (a museológica). Citando o realizador Wim Wenders, recordou que "a realidade é que ninguém ama verdadeiramente o seu país pela economia, por mais forte que esteja, mas pela sua cultura".José Sócrates felicitou o facto de um coleccionador privado ter colocado o seu acervo "à disposição de todos os portugueses". Com a inauguração do Museu Colecção Berardo, Portugal, disse o primeiro ministro, "fica um país mais rico" e Lisboa, "uma cidade mais competitiva, mais atraente, com uma maior oferta cultural". José Sócrates terminou as formalidades, ao afirmar que "antes, o roteiro da arte contemporânea terminava em Madrid. Hoje começa aqui, em Lisboa".Enquanto a inauguração oficial decorria, no exterior do museu juntavam-se os primeiros visitantes sem convite. Prontos para a "borla" oferecida em noite longa de inauguração feita "o" acontecimento sócio-cultural do ano em Lisboa.

Noticia integral em: http://www.dn.pt/

Mais informações em: http://www.berardocollection.com/


Oeste quer Turismo de Cinco Estrelas



Quatro mil milhões de euros para investir em projectos de turismo no Oeste, até 2013, tendo em conta o nicho do mercado de luxo seleccionado por muitos dos empreendimentos, não é muito, sobretudo porque a densidade de construção será a mais baixa de qualquer zona turística nacional. Em 2013 haverá entre 10 e 12 hotéis de 5 estrelas de cadeias internacionais, inseridos em resorts com campos de golfe de 18 a 27 buracos, atingindo 50 mil camas. "Teremos uma hotelaria topo de gama" considera o presidente da Região de Turismo do Oeste, António Carneiro, para quem a Costa de Prata tem grande futuro com a aposta que tem vindo a ser feita no mercado internacional do turismo residencial do Sul da Europa. Isso mesmo concluem os estudos que apontam 650 famílias inglesas como interessadas em adquirir casa nesta zona do continente. E não se trata de reformados que querem descansar em climas mais amenos, imagem criada na última década com o acréscimo da preferência de estrangeiros, sobretudo da Europa do Norte, pela residência em Portugal. A idade destes chefes de família está entre os 35 e os 45 anos e para além de turistas são investidores, sublinha António Carneiro.A área de eleição abrange uns 150 quilómetros a partir do Atlântico para o interior, com "uma bela paisagem", num ambiente "autêntico" de natureza, situado a escassas dezenas de quilómetros da capital e do aeroporto, acentuam os promotores e os autarcas dos municípios onde os projectos de maior vulto estão implantados, como Torres Vedras, Óbidos e Peniche. A Costa de Prata passou a ser um símbolo das campanhas que anunciam um destino de cinco estrelas num mercado que inclui potenciais turistas, e ao mesmo tempo, potenciais investidores no Sul da Europa. Para além das férias, comprar casa num dos resorts da zona é um negócio que está a aproveitar essa tendência. Até agora os mercados de maior vulto têm sido o inglês e o irlandês, embora tenham aparecido compradores de outras nacionalidades. Procuram um clima ameno onde o golfe é uma atracções para todo o ano, num ambiente calmo de natureza associado ao património histórico e muito próximo do que a capital d e um país pode oferecer.Os complexos já instalados como o Marriott em Óbidos, ou o Bom Sucesso Resort, e o Campo Real em Torres Vedras têm projectos de ampliação. O Praia D' El Rey Marriott foi o modelo que "vendeu" a região como destino de topo. Com ainda 500 milhões de euros para investir, o grupo é o maior empregador local. Para além do Praia D'El Rey, onde estão previstos mais cem milhões até à conclusão, o Grupo Beltico vai avançar em 2008 com a Falésia d'El Rey. Este PIN (projecto de interesse nacional) terá um custo de 400 milhões de euros com uma densidade de construção de apenas 0,5%.

Noticia integral em: http://www.dn.pt/

21.6.07

Porta 65

Substituto do IAJ

O Conselho de Ministros de 21 de Junho criou a Iniciativa Porta 65 para promover um mercado de arrendamento habitacional mais dinâmico, através do apoio à gestão de um parque habitacional, público ou privado, destinado a arrendamento com vocação social, do estímulo a novas soluções de gestão da oferta e da procura que favoreçam a mobilidade residencial, e da criação de instrumentos de incentivo ao arrendamento. Os principais instrumentos são: a Porta 65 – Jovem; a Porta 65 – Bolsa de Habitação & Mobilidades; a Porta 65 – Gestão e Proximidade; e a Porta 65 – Residência apoiada, para promoção, por entidades assistenciais, de arrendamento em residências colectivas para grupos com necessidades específicas ou temporárias, tais como pessoas sem abrigo, idosos ou imigrantes.

Mais informações http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Conselho_de_Ministros/Comunicados_e_Conferencias_de_Imprensa/20070621.htm

14.6.07

Porque aprender é preciso



Fruto da evidente (para alguns nem por isso) preocupação do Estado com a Formação Profissional e Académica dos Portugueses esta iniciativa tem por fim uma maior e melhor formação e qualificação.
Tudo isto com um grande objectivo, fazer com que Portugal entre, ainda mais, nas fileiras mundiais da Tecnologia, Serviços entre outras. Em suma, tornar Portugal mais competitivo e instruído.

Mais informação em: http://www.novasoportunidades.gov.pt/

5.6.07

ILE - Iniciativas Locais de Emprego

Apoio ou um empurrão?!

Fazendo parte de um programa levado a cabo pelo Estado em colaboração com o IEFP (www.iefp.pt) o ILE tem como finalidade a criação de novos postos de trabalho por via da criação de pequenas e médias empresas.

Os Objectivos do ILE:

Incentivar e apoiar projectos que dêem lugar à criação de novas entidades, independentemente da respectiva forma jurídica, e que originem a criação líquida de postos de trabalho, contribuindo para a dinamização das economias locais, mediante a realização de investimentos de pequena dimensão.

Os Destinatários:

  • Desempregados;
  • Jovens à procura de 1º emprego;
  • Trabalhadores empregados, mas em risco de desemprego.

O Projecto-Tipo:

Os apoios são concedidos aos projectos que:

  • Originem a criação líquida de postos de trabalho;
  • Os postos de trabalho a criar sejam obrigatoriamente preenchidos por trabalhadores desempregados, ou jovens à procura de 1º emprego, com contratos de trabalho sem termo e a tempo inteiro;
  • À data de candidatura, não tenham sido iniciados há mais de 60 dias úteis, ou não se encontrem integralmente concluídos;
  • Pelo menos metade dos respectivos promotores sejam desempregados, ou jovens à procura do 1º emprego;
  • A entidade a constituir não tenha dimensão superior a 20 trabalhadores;
  • O investimento total não exceda 150.000,00 euros;
  • Tenham viabilidade económica e financeira;
  • Tenham asseguradas as fontes de financiamento, incluindo no mínimo 5 % em capitais próprios, podendo, no entanto, solicitar a dispensa total ou parcial dessa condição, caso não disponham de meios, mediante requerimento a apresentar ao IEFP;
  • Disponham no mínimo do capital social, no caso de se tratar de sociedade por quotas;
  • A actividade se enquadre nas áreas de actividade elegíveis no programa.

Apoios Técnicos:


  • Selecção e recrutamento de trabalhadores desempregado;
  • Formação na área empresarial para dirigentes;
  • Consultoria especializada, nas áreas financeira, comercial, de recursos humanos, marketing, publicidade e de gestão da produção.

No caso do apoio técnico ser prestado por entidades exteriores ao IEFP, pode ser concedido um subsídio, não reembolsável, até ao limite de 5% do investimento elegível.

Apoios Financeiros:

O somatório dos apoios a conceder não pode exceder as necessidades de investimento do projecto, considerando-se nesse cálculo a aplicação dos capitais próprios.
Estes apoios não são cumuláveis com os previstos para as outras modalidades do programa.

Apoios financeiros à criação de postos de trabalho:

  • Subsídio não reembolsável, igual a 18 vezes a remuneração mínima mensal mais elevada garantida por lei, por cada posto de trabalho criado e preenchido, com as seguintes majorações, cumuláveis entre si:

20 % por cada posto de trabalho preenchido por:

  • Desempregados de longa duração;- Desempregados, com idade igual ou superior a 45 anos;- Jovens à procura do 1º emprego;- Beneficiários do Rendimento Mínimo Garantido.

25 % por cada posto de trabalho preenchido por pessoa com deficiência:

  • Prémios de Igualdade de Oportunidades (entre sexos e para pessoas com deficiência), igual a 10% do valor total do apoio concedido (excluídas as majorações), sempre que os projectos de emprego originem a criação de, no mínimo, 5 postos de trabalho e os mesmos não sejam preenchidos, em mais de 60%, por pessoas do mesmo sexo, ou quando, pelo menos 40% deles sejam preenchidos por pessoas com deficiência.

Apoios financeiros ao investimento:

  • Subsídio não reembolsável, até ao limite de 40% do investimento total admissível 150.000,00 euros, o que equivale a 60.000,00 euros, não podendo exceder 12.500,00 euros por cada posto de trabalho criado e preenchido por desempregados ou jovens à procura de 1º emprego.

Apoios especiais a outras ILE:

  • Podem ainda ser apoiados os projectos de ILE em que, pelo menos, metade dos promotores não sejam desempregados ou jovens à procura do 1º emprego, ou que não constem das áreas de actividade elegíveis no programa, quando sejam considerados excepcionalmente relevantes para a prossecução do objectivos da política de emprego e demonstrem particular dificuldade em aceder a formas de financiamento alternativas.

Todas as outras condições de acesso devem verificar-se. A estes projectos podem ser atribuídos apoios à criação de postos de trabalho, nos termos acima expostos, e apoios ao investimentos, nos seguintes termos: por deliberação da Comissão Executiva do IEFP, a requerimento do(s) promotor(es), pode ser atribuído um apoio financeiro sob a forma de empréstimo sem juros (por 5 anos, com 2 anos de carência), até ao limite de 40% do investimento total admissível 150.000,00 euros - o que equivale a 60.000,00 euros - não podendo exceder 12.500,00 euros por cada posto de trabalho criado e preenchido por desempregados ou jovens à procura de 1º emprego.Há lugar a um abatimento de 5% por cada ano de redução do prazo de pagamento, sobre o montante de capital em dívida, sem que se exceda, em caso algum, o limite máximo de 10%.

O Enquadramento Legal
Portaria nº 196-A/01 de 10-03Portaria nº 255/02 de 12-03

30.5.07

Tuga Success V

A Cortiça



A CORTICEIRA AMORIM SGPS, S.A. é a maior empresa mundial de produtos de cortiça e uma das mais internacionais de todas as empresas portuguesas, com operações em dezenas de países, de todos os continentes.
Há mais de um século que está presente neste sector de actividade, tendo contribuído decisivamente para a divulgação mundial da cortiça.
Actualmente, as aplicações de cortiça incluem não apenas produtos tradicionais de alto valor acrescentado, como é o caso da rolha, mas também produtos que incorporam avançada tecnologia de fabrico e elevados padrões de I&D. Desta forma, a CORTICEIRA AMORIM disponibiliza um vasto portfolio de produtos de elevada qualidade, para incorporação em indústrias tão diversificadas e exigentes como são a indústria aeronáutica, de construção, ou a indústria vinícola.
Tradição, qualidade e inovação caracterizam a maior empresa transformadora de produtos de cortiça do mundo, que disponibiliza inúmeros produtos e soluções empregando esta versátil matéria-prima, gerando um volume de negócios superior a 440 milhões de euros em mais de cem países, contribuindo para conservação e preservação de um habitat único – o montado de sobro.
Mais informações em: www.amorim.pt

22.5.07

Gabinete de Apoio aos Novos Empresários do Comércio


GANEC para os amigos!

Após uma ida até à ExpoFranchise na FIL deparei-me com uma excelente ideia, o GANEC.

O objectivo fundamental desta iniciativa é o de contribuir para melhorar as condições de sucesso de novos projectos empresariais. Pretende-se melhorar em sistema de livre utilização, a preparação dos novos empresários do comércio e reforçar o saber e a cultura de comércio incorporados na vida das empresas. Os seus efeitos traduzir-se-ão num melhor desempenho sectorial, num melhor aproveitamento dos meios disponíveis visando a modernização do nosso parque comercial e numa menor perturbação económico-social em resultado de uma redução das taxas de insucesso verificáveis em novos projectos no sector.

A todos os empreendedores e futuros empresários do sector do comércio: podem recorrer aos nossos serviços todas as pessoas que em Portugal se propõem abrir um novo estabelecimento comercial ou, de algum modo, iniciar a sua actividade neste sector como empresários. Todos os serviços do GANEC estão orientados para os candidatos a futuros empresários do sector, dado considerarmos que a renovação da classe empresarial do comércio deverá processar-se num quadro em que os abandonos de actividade venham a ser preenchidos por uma nova geração de empresários com uma qualificação mais elevada e com projectos mais consistentes, competitivos e inovadores. Dirigimo-nos a todos os futuros empresários comerciais, aos quais prestaremos apoio que lhes permita reorientarem os seus projectos, quer em termos de estratégia sectorial, quer em termos de financiamento, de maneira a aumentarem a rentabilidade dos investimentos realizados. Junto do GANEC, os destinatários, que são, afinal, razão de ser do Gabinete, poderão melhorar as condições de sucesso dos novos projectos. É sabido que a taxa de insucesso é particularmente acentuada nos primeiros anos de vida das empresas. Tal situação deve-se, em grande medida, ao facto de muitos dos projectos de criação de novos negócios não serem suficientemente avaliados e não disporem das condições mínimas para serem rentáveis. Para contrariar esta situação, o GANEC propõe-se fornecer um serviço personalizado e acompanhamento personalizado a todos aqueles que pretendam vir a iniciar uma actividade no sector do comércio, seja qual for a natureza do projecto, ou da sua localização geográfica.

O GANEC presta apoio a três niveis:

INFORMATIVO
Trata-se de fornecer toda a informação de base que permita ao futuro empresário:-Conhecer antecipadamente os requisitos para iniciar a actividade;-Saber quais as condições em que se irá processar o seu exercício;-Saber quais os possíveis instrumentos a que poderá recorrer para concretizar o projecto.

FORMATIVO
Destina-se a proporcionar ao futuro empresário uma formação qualificante de curta duração e que incidirá sobre temas básicos da gestão de empresa comercial.

ACONSELHAMENTO TÉCNICO
Assume a forma de consultas individualiza-das que se destinam a contribuir para uma melhor estruturação dos projectos a realizar, seja em termos financeiros, seja na perspectiva do mercado a que se destinam.

Mais informações em: http://www.ganec.pt/

6.5.07

Tuga Success IV


YDreams


A YDreams é uma empresa portuguesa de soluções tecnológicas, fundada em Junho de 2000 por especialistas de renome internacional em tecnologias de informação, telecomunicações, processamento de imagem, sistemas de geo-informação e Engenharia do Ambiente. A companhia desenvolve tecnologia pioneira em áreas como: data mining espacial, meios de comunicação interactivos, realidade aumentada e jogos para dispositivos móveis, entre outros.


O nome YDreams pode ser enganador: a estratégia é feita de sonhos e "ideias loucas", mas a verdade é que a empresa facturou mais de 1 milhão de euros (210 mil contos, na altura) logo no primeiro ano de actividade.


A criação da empresa, em Junho de 2000, deveu-se, aliás, a este projecto. "Quem nos entusiasmou a criar uma empresa foi o António Mega Ferreira, com quem trabalhei no projecto da Expo 98. Ele achava que as nossas ideias deviam ser propostas a operadoras móveis", conta Câmara. E foram: em primeiro lugar, à Vodafone (a então Telecel) queria um canal de mapas para múltiplas plataformas - Internet, WAP (a versão mini da Net para telemóveis) e computadores de bolso - e "teve a atitude fantástica de apostar numa empresa recém-criada", observa o CEO da YDreams. Foi graças a este contrato com a Telecel (hoje Vodafone) que António Câmara, Edmundo Nobre, Eduardo Dias, José Miguel Remédio e Nuno Correia - investigadores com trabalhos publicados e reconhecidos internacionalmente - juntamente com um sócio financeiro, puderam dispor dos meios de capital necessários à criação da empresa, a qual começou por se chamar Ideias Interactivas.


Embora trabalhemos em colaboração com algumas da maiores corporações globais, na redefinição e criação de novos mercados, pautamo-nos por valores perenes como qualidade, dedicação e visão de longo prazo. Ao longo dos últimos seis anos, a YDreams estabeleceu-se como uma empresa reputada no uso criativo da tecnologia, em Portugal e noutros mercados onde opera, que incluem a Holanda, Espanha, Reino Unido, Alemanha, China, Estados Unidos e Brasil.


Em 2005 a Ydreams foi distinguida como uma das melhores novas companhias europeias no campo das telecomunicações e seleccionada para ser tema de uma reportagem no canal CNBC Europe. O perfil de negócios da empresa foi segmentado em quatro blocos e transmitido de 23 a 28 de Fevereiro de 2006.


A YDreams disponibiliza produtos, soluções personalizadas e serviços para quatro áreas diferentes, através de unidades de negócio independentes: Advertising, Entertainment, Educação & Cultura e Ambiente & Qualidade de Vida.

Mais informações em:
http://www.ydreams.com

27.4.07

Incubadora de...


Ideias.


Localizada no Tagus Park, do qual faz parte integrante, a Incubadora de Ideias é uma mais valia para aqueles que têm no seu seio um espirito empreendedor.
Metade das empresas de base tecnológica, localizadas no TagusPark, nasceu graças ao projecto Incubadora de Ideias, promovido por aquela entidade desde 1998. Cerca de 65 empresas deram «vida à sua ideia inovadora», sendo hoje exemplos bem sucedidos na área das novas tecnologias de informação, electrónica, telecomunicações, energia e ambiente.
A Incubadora de ideias «foi útil e eficaz», «Transformou o TagusPark e trouxe gente jovem e com muita qualificação. A Incubadora de Ideias fez o seu trabalho e vai continuar a fazê-lo. Conseguiu identificar o que é preciso fazer para que novas empresas de base científica possam aparecer».
O responsável pela incubadora, Carlos Freire, explica que qualquer empreendedor, desde que o seu projecto tenha sustentação, encontra no parque «os meios necessários para dar corpo à sua ideia, nomeadamente apoio técnico e especializado em gestão, apoio financeiro, acesso fácil a formação e informação e cedência de espaços físicos».Os empreendedores têm também acesso ao Centro de Competências do parque, cuja principal função é facilitar o acesso a produtos e serviços existentes no parque.
A Incubadora de Ideias apoia pessoas criativas e empreendedoras que pretendam desenvolver um negócio inovador e comercializar a sua ideia inovadora, de forma «sustentada, com um menor risco e consequentemente uma maior probabilidade de sucesso».No espaço de três anos, 449 empreendedores contactaram a Incubadora de Ideias, tendo apenas 212 apresentado o seu projecto. Das 55 ideias seleccionadas para receber apoio, 33 foram postas em prática, resultando na criação de mais de três dezenas de empresas, das quais 20 optaram por se instalar no parque. Entre elas estão a Webmagic a Mobiscriptum, Observit, Cyberlex, Biopremier, Maxlog e Gene Express.Números que satisfazem Carlos Freire e que podem, nos próximos anos, aumentar. Para isso basta ter ideias inovadoras e pô-las em prática.

26.4.07

Portucale




Somos um país de Marinheiros!
Não sei quem o disse mas quando o disse, disse acertadamente.

Estamos ligados ao mar, tal como os pássaros estão ligados aos céus.
Já repararam que quando estão muito tempo longe do mar, sem ver o enrolar das ondas, sentem-se incompletos. Pelo menos eu sinto-me assim, preciso de ver a liberdade do mar, que não precisa de picar o ponto nem de justificar o atraso, o vai e vem das ondas, o encher e o vazar da maré.

A força, o poder e o respeito, tudo isto é transmitido pelo mar.
Observem sem preconceitos, tirem elações, precipitem-se nas conclusões, mas observem o mar.

País privilegiado onde vivemos, sempre perto do mar.

23.4.07

Hollywood Europeia


O Baixo Alentejo quer transformar-se numa "Região do Cinema" e assumiu-se este fim-de-semana como a "zona ideal" para acolher uma espécie de "Hollywood Europeia" destinada a rodagens para produção de filmes.
O projecto, que pretende transformar o Baixo Alentejo numa "região demarcada de cinema", é liderado pelo actor e empresário Nicolau Breyner e pelo presidente da Associação Comercial do Distrito de Beja (ACDB), António Saleiro.
Um grupo de empresários franceses e norte-americanos ligados à indústria cinematográfica está à procura de locais para rodar filmes num país com pouca chuva e muito sol, no Sul da Europa ou Norte de África.
Ao saber da "inclinação" dos empresários por Marrocos, Espanha ou Portugal, Nicolau Breyner (natural de Serpa, no distrito de Beja) decidiu avançar com um projecto para "convencer" o grupo a optar pelo Baixo Alentejo.
"Esta zona é a ideal para se construir o que podemos chamar uma 'Região do Cinema'. Todo o Baixo Alentejo pode ser um estúdio de cinema", defendeu o actor, sábado à noite, num encontro com jornalistas, em Beja.
No encontro, que serviu para apresentar o projecto à imprensa, estiveram também presentes António Saleiro e o produtor de audiovisual, António Pereira Dias.
Além de uma área com cerca de 100 hectares para a construção de estúdios e outras infra-estruturas de suporte à produção de filmes, que poderá nascer perto de Beja, o grupo, explicou Nicolau Breyner, "procura sobretudo cenários naturais".
"A ideia de uma 'Cidade Cinema' já não faz sentido. Há que evoluir para uma região demarcada de cinema", defendeu António Pereira Dias, lembrando que "existem estúdios por toda a parte e com melhores capacidades do que alguma vez teremos em Portugal".
Observando que, actualmente, os filmes são rodados "essencialmente em exteriores" e "os produtores percorrem todo o mundo à procura de sítios", Nicolau Breyner salientou que "o Baixo Alentejo tem o que os produtores procuram e precisam".
Entre as condições "tremendamente grandes" da região, o actor destacou a variedade de paisagens, as vilas e aldeias, "que se têm mantido quase estáticas no tempo", os castelos, Alqueva, o maior lago artificial da Europa, o rio Guadiana e as "muitas horas" de sol, além do futuro aeroporto de Beja.
"Vão haver muitos escolhos e velhos do Restelo a dizer que este projecto é impossível, mas acho que é possível e sonho fazê-lo", frisou Nicolau Breyner, citando Walt Disney: "If you can dream it, you can do it" (Se o puder sonhar, pode fazê-lo).
Após o encontro com os jornalistas, seguiu-se um jantar, promovido pela ACDB, que, de acordo com Nicolau Breyner, serviu para apresentar o projecto a entidades locais e "sondar" o "interesse e disponibilidade" para "abraçar" a "Região do Cinema".
A Câmara Municipal de Beja, Governo Civil, Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja, Centro Hospitalar do Baixo Alentejo (CHBA), Núcleo Empresarial da Região de Beja e Região de Turismo Planície Dourada foram algumas das entidades que se fizeram representar ao mais alto nível.
No final do jantar, em declarações à agência Lusa, Nicolau Breyner referiu que o encontro "ultrapassou bastante" as expectativas.
"Há aqui muitos sonhadores com os pés bem assentes na terra e com vontade e capacidade para tornar este sonho realidade", regozijou-se, frisando que "todos perceberam que o Baixo Alentejo é a região de eleição para este projecto".
Nicolau Breyner referiu ainda que o próximo passo vai ser uma reunião, a 12 de Maio, para criar um gabinete de apoio ao projecto, que deverá formalizar a candidatura do Baixo Alentejo como "Região do Cinema" e avançar com a produção de um vídeo promocional da região.
"Temos de fazer um levantamento sério e exaustivo do que a região tem para oferecer. É exactamente isto que os investidores franceses e americanos estão à espera que lhes seja mostrado", explicou o produtor António Pereira Dias.
"Já não estamos só na fase do sonho. Já estamos a preparar a visita do grupo à região", frisou António Saleiro, acrescentando que, depois do vídeo, a ACDB vai convidar o grupo para conhecer "in loco" as potencialidades do Baixo Alentejo e, desta forma, "tentar convencê-los".
Apesar das "condições naturais" do Baixo Alentejo, salientou António Pereira Dias, "é preciso que as entidades públicas e privadas da região assegurem as condições mínimas para que os investidores venham".
O presidente da Região de Turismo Planície Dourada, Vítor Silva, garantiu à agência Lusa que o Baixo Alentejo "já dispõe de condições hoteleiras para receber equipas de médias produções de filmes e, a médio prazo, terá capacidade para grandes produções".
"A construção do futuro aeroporto de Beja, só por si, já está a desencadear a necessidade de novas infra-estruturas hoteleiras, que já estão a avançar na região", disse.
Por seu lado, Rui Sousa Santos, presidente do CHBA, disse que "os acidentes que poderão ocorrer durante a rodagem de um filme não serão muito diferentes daqueles que afectam a população em geral".
"A hipótese de instalação de um centro de produção de cinema poderá desencadear um crescimento na melhoria da qualidade global do sistema de saúde na região", frisou.
Neste sentido, referiu, o estatuto de Entidade Pública Empresarial (EPE) do CHBA, "irá permitir várias soluções alternativas ao próprio hospital público, como a criação de empresas de capital misto que poderão dar resposta a novas necessidades".
O presidente da Câmara Municipal de Beja, Francisco Santos, referiu que a autarquia está "profundamente interessada no projecto", que, referiu, "se for levado à prática será muito importante para o desenvolvimento da região".
Na conferência de imprensa, confrontado com o interesse de outros concelhos portugueses em receber o projecto "Cidade do Cinema", como Cascais, Montijo e Barreiro, António Pereira Dias voltou a frisar que "a ideia de uma 'Cidade Cinema' já não faz sentido" e que "os produtores de cinema não procuram cidades, mas sim regiões".
"O que é que Cascais, Montijo e Barreiro têm para oferecerem termos de paisagens exteriores?", questionou Nicolau Breyner, rematando: "Acham que será possível rodar filmes como o "Gladiador", "A Queda do Império Romano" ou o "Alexandre, o Grande" no Barreiro, com catenárias e fábricas por toda a parte? Por amor de Deus".


10.4.07

IAJ - Incentivo ao Arrendamento Jovem

Arrendar em vez de Comprar... pode ser a solução...

O Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ) consiste num apoio à renda que o Estado concede a jovens arrendatários. O incentivo a conceder é fixado consoante o rendimento anual bruto corrigido do agregado familiar, podendo atingir 75% da renda efectivamente paga. Em caso algum o incentivo atribuído ultrapassará os € 249, 40 mensais.
O incentivo atribuído será disponibilizado mensalmente através de transferência bancária para a conta aberta nas instituições bancárias autorizadas para o efeito. O primeiro depósito será realizado no mês seguinte ao da aprovação da candidatura.
Duração
O IAJ é atribuído por um ano, sendo renovável por um máximo de cinco anos, consecutivos ou não, de acordo com as condições de acesso na altura de cada renovação.
O direito ao Incentivo cessa quando:
- O candidato - ou o seu cônjuge - atinja 60 meses de pagamento de IAJ;
- O candidato - ou o seu cônjuge - complete 30 anos;
- Adquira casa própria;
- Celebre novo contrato de arrendamento;
- Termine o contrato de arrendamento;
- Ocorra subarrendamento ou hospedagem na habitação arrendada;Sejam detectadas falsas declarações.

Renovação
A candidatura do IAJ é renovável ao fim de 12 meses, desde que não tenha ocorrido nenhuma causa de cessação do incentivo. Para esta renovação, o jovem deverá enviar pelo correio para o Instituto Nacional de Habitação (INH) um impresso previamente preenchido com os documentos que forem solicitados.

Condições de Acesso Incentivo ao Arrendamento Jovem:
- Ter menos de 30 anos. Tratando-se de um casal qualquer dos dois elementos terá de ter menos de 30 anos;
- Ter declaração de IRS compatível com o valor da renda;
- Ser titular de um contrato de arrendamento celebrado ao abrigo do actual Regime do Arrendamento Urbano (Decreto-Lei n.º 321-B/90, de 15 de Outubro);
- A casa ou fracção arrendada terá de ter Licença de Utilização emitida há menos de oito anos pela Câmara Municipal respectiva;
- Não possuir outra casa própria ou arrendada para habitação permanente;
- Não ter laços familiares com o senhorio;
-Não praticar subarrendamento ou hospedagem na casa arrendada.

A candidatura poderá ser entregue em:

Instituto Nacional de Habitação (INH) Av. Columbano Bordalo Pinheiro n.º 51099-019 Lisboa Telef: 21 723 15 00 Fax: 21 726 07 29 Linha Verde: 800 201 684 E-mail: inh@inh.pt
Mais informações em: www.inh.pt

9.4.07

"Compro o que é nosso"



Ando à uns tempos para fazer um artigo relacionado com este tema. Uma vez que não me sinto à vontade com o tema e não disponho do tempo que gostaria de ter para me dedicar ao dito, decidi colocar aqui um artigo de opinião do Sr. Paulo Pereira, de Almeida, Professor do ISCTE e Investigador, que escreveu o seguinte no JN de 7 de Fevereiro de 2007.


"A campanha de publicidade da Associação Empresarial Portuguesa (AEP) "Cá se fazem, cá se compram", a primeira acção no âmbito do programa "Compro o que é nosso", é uma ideia boa, porque necessária e oportuna. A educação e a informação dos consumidores são hoje uma necessidade e também uma fórmula - eficaz se bem aplicada - para ajudar as empresas nacionais a vender os seus produtos, perante uma concorrência global e um evidente esmagamento das margens comerciais que - no limite - só beneficia os empresários que operam em ordenamentos económicos com poucas (ou nenhumas) regras e direitos laborais. Não se trata, pois, de um nacionalismo simplista ou de um proteccionismo desadequado este projecto "Compro o que é nosso" (que passa por um investimento de 2,1 milhões de euros durante este ano) apela antes à consciência cívica de consumidores, empresários e trabalhadores, no sentido de comprarem o que os portugueses produzem. Porque - como todos sabemos - há muito bons produtos à venda no nosso país, de qualidade superior, e a preços acessíveis. De acordo com a AEP, já aderiram ao projecto "Compro o que é nosso" mais de 100 empresas representativas de vários sectores de actividade. E a Associação Empresarial espera, até ao final do primeiro trimestre, um total de 250 adesões. Um bom sinal, se pensarmos que assim se cria (e mantém) emprego e se contribui para o desenvolvimento sustentável do país.Aliás - e se formos um pouco mais além - verificamos que a dependência de Portugal em relação ao que é produzido no estrangeiro e importado em grande volume é, no mínimo, preocupante é voz corrente que o país se tem vindo a transformar numa espécie de "Centro Comercial da Europa", um local conveniente para as empresas internacionais venderem os seus produtos, muitas vezes sem grandes contrapartidas visíveis para o sector produtivo. Ora, comprar o que é nosso não quer dizer que apenas a indústria é que beneficia. O sector terciário - que, nos países mais desenvolvidos e competitivos, emprega mais de 80% da população activa - também sai, directa e indirectamente, beneficiado. É assim que comprar o que é feito por cá pode dar uma boa ajuda às empresas e aos trabalhadores. E disso, penso eu, ninguém duvida..."


in JN 07/02/2007

3.4.07

De Boleia...


Daqui para ali.


Ora aqui está uma boa ideia.

Pesquisem e vejam se podem dar boleia a alguém.


27.3.07

A maior de todas...

Helius Power


É inaugurada amanhã, 4ª feira dia 28/03, a Central Solar Fotovoltaica de Serpa , que já está a funcionar de forma experimental desde Janeiro de 2007. Localizada numa área de 60 hectares, dos quais 32 estão cobertos por 52 mil painéis fotovoltaicos, a Central Solar Fotovoltaica de Serpa é a maior do mundo, dispondo de uma capacidade instalada de 11 megawatts, quase o dobro do que a actual maior central situada na Alemanha.


20.3.07

Sinais dos novos tempos

Ao "folhear digitalmente" o Diário de Noticias de hoje, deparei-me com uma noticia que me alegrou ligeiramente. Pois é, finalmente aqueles espaços que aos fins-de-semana costumam estar desolados e sem vida, neste caso estou a falar das Escolas Secundárias, vão ter utilidade.
Aqui fica a noticia.

"Mini centros comerciais? Nada disso. Mas as escolas secundárias portuguesas vão desenvolver internamente "áreas de negócio" para ajudar a financiar o programa de modernização dos estabelecimentos de ensino. O aluguer de espaços de desporto, serviços de restauração, a exploração de papelarias e reprografias são exemplos de "unidades de negócio". A valorização patrimonial, que pode incluir a concessão de edifícios não utilizados, também. "Desde o aluguer de espaços para casamentos e baptizados, de rinques para torneios de solteiros e casados, ou de espaços para entidades de formação, tudo pode ser feito", disse ontem ao DN o porta-voz do Ministério da Educação. "Aliás, já há escolas que o fazem", acrescentou.A estratégia foi apresentada ontem de manhã no Porto e à tarde em Lisboa, pela ministra da Educação, pelo primeiro-ministro e pelo presidente da Parque Escolar, EPE (ver caixa). Que explicou que "a concessão de utilização de instalações escolares no período pós-escolar, bem como a concessão de instalações não utilizadas a instituições públicas e/ou privadas, vocacionadas para a educação e formação profissional" é uma prioridade no que diz respeito à valorização patrimonial.Nas ditas unidades de negócio, "as regras vão ser a criteriosa escolha de produtos e de fixação de preços (não se trata de um mini centro comercial) e o rigoroso controlo de qualidade dos produtos a vender, em particular no que refere à alimentação", afirmou João Sintra Nunes.Para isto, a Parque Escolar conta "até fim de 2007 concluir um conjunto de parcerias que permitam "encher" os edifícios a intervencionar nos primeiros dois anos". É que o programa de modernização quer abranger 332 escolas até 2015. E inicia-se em Julho em quatro: duas no Porto e duas em Lisboa. A experiência piloto deve ser estendida a outras escolas nos próximos oito anos, para, entre outras coisas (ver texto em baixo) abrir a escola à comunidade. O que "não quer dizer que toda a gente lá possa entrar", mas que "os edifícios possam ser utilizados em actividades de formação pós-laboral, eventos culturais e sociais, desporto e ao lazer". *Com Joana de Belém"

in Diário de Noticias, 20 de Março de 2007

12.3.07

Tuga Success III


Relaxe e Sinta

O grupo Vila Galé é um dos principais grupos hoteleiros nacionais e integra o ranking das 250 maiores empresas hoteleiras mundiais.
O grupo Vila Galé é composto por diversas sociedades, das quais se destaca pela sua dimensão e importância a VILA GALÉ - Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S.A., que integra o Rating 1 das empresas nacionais.
Esta sociedade, constituída em 1986, dedica-se não só à exploração e gestão de todas as unidades hoteleiras que integram o grupo como também a realização de projectos e construção de novos empreendimentos turísticos.É actualmente responsável pela gestão de 18 unidades hoteleiras: em Portugal - Algarve, Beja, Cascais, Ericeira, Estoril, Lisboa, Porto e Madeira – e no Brasil - Fortaleza e Bahia - com um total de cerca de 9100 camas. Tem ainda em fase de projecto duas novas unidades em Portugal: o Hotel Vila Galé Lagos e o Hotel Vila Galé Sintra, e uma nova unidade no Brasil: o Vila Galé Dunas.A Vila Galé, S.A conta hoje em dia com cerca de 1500 funcionários e grande parte do seu sucesso deve-se à estreita ligação que existe entre todos eles, formando uma equipa coesa com uma enorme paixão pela hotelaria e pelo turismo nacional.
O capital da Vila Galé, S.A. é integralmente nacional e encontra-se dividido por Jorge Rebelo de Almeida, José Silvestre Lavrador e Herdeiros de José Jorge Ruivo, sendo o Conselho de Administração presidido pelo primeiro.
O grupo hoteleiro Vila Galé vai desenvolver um empreendimento que planeia construir junto do Estádio Nacional e que, para além de uma unidade hoteleira, contempla uma área de escritórios e um day hospital, um conceito em desenvolvimento no mercado internacional. O projecto, apadrinhado pela Câmara Municipal de Oeiras, será composto por um hotel, um edifício de escritórios e um hospital, que no mesmo edifício oferecerá várias valências, inclusive blocos operatórios para pequenas intervenções. O responsável do grupo citou o exemplo da cidade de Coimbra, em que se tem sentido uma grande procura hoteleira por clientes que se deslocam de propósito à região para consultas no hospital da Universidade, face à sua notoriedade.O empreendimento marca o regresso do grupo ao sector imobiliário. O complexo situar-se-á junto ao futuro pavilhão multiusos que a autarquia presidida por Isaltino de Morais tem planeado para o Jamor. O hotel, de cinco estrelas, deverá ter cerca de 300 quartos e incluirá um centro de congressos. A construção deve avançar em 2008.
O grupo Vila Galé define a sua missão com a frase ”Sempre perto de si”, aliada aos 8 valores próprios que tem mantido ao longo dos 20 anos de existência:
A VALORIZAÇÃO dos seus colaboradores, dando-lhes oportunidades de desenvolvimento e progressão de carreira;
A INOVAÇÃO nos produtos e serviços prestados tendo em vista a satisfação das necessidades dos clientes externos;
A LEALDADE nos compromissos assumidos com os clientes interno e externo, não prometendo o que não é possível cumprir;
A AMBIÇÃO quando procura melhorar a qualidade de serviços, produtos e do crescimento sustentado;
A GARANTIA da qualidade dos produtos e serviços adequando-os às expectativas dos clientes;
A ACESSIBILIDADE e disponibilidade no atendimento dos clientes interno e externo;
A LIBERDADE no exercício das diferentes funções, incentivando a criação de novas ideias com o objectivo de melhorar a qualidade do serviço prestado;
A EFICIÊNCIA na resposta às solicitações dos clientes: interno e externo.
Mais informações em:

11.3.07

A Língua de Camões

Como é costume dizer, a nossa é a Língua de Camões.
Este post nasce após a primeira aula de Técnicas de Expressão Oral e Escrita, que não é nada mais nada menos que aulas para aprender a escrever e falar bem a nossa língua (se este texto tiver erros, peço desculpa, ainda só tive uma aula de TEOE).
A língua portuguesa, língua de origem românica, com mais de 210 milhões de falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Idioma oficial único de Portugal e do Brasil, e idioma oficial, em conjunto com outros idiomas, em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçabique, São Tomé e Principe e Timor-Leste, sendo falada na antiga Índia Portuguesa.
Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa espalhou-se pelo mundo, estendendo-se desde a costa Africana até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil. Como resultado dessa expansão, o Português é agora língua oficial de oito países independentes, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros. Há, ainda, cerca de vinte línguas crioulas de base portuguesa. É uma importante língua minoritária em Andorra, Luxemburgo, Namíbia, Suíça e África do Sul. Encontram-se, também, numerosas comunidades de emigrantes, em várias cidades em todo o mundo, onde se fala o Português como Paris na França; Toronto, Hamilton, Montreal e Gatineau no Canadá; Boston, New Jersey e Miami nos EUA e Nagoya e Hamamatsu no Japão.

O Português desenvolveu-se, na parte ocidental da Península Ibérica, do latim falado, trazido pelos soldados e colonos romanos desde o século III a.C.. A língua iniciou o seu processo de diferenciação das outras línguas românicas depois da queda do Império Romano e das invasões bárbaras no século V. Começou a ser usada em documentos escritos pelo século IX, e no século XV tornara-se numa língua amadurecida, com uma literatura bastante rica.
Chegando à Península Ibérica em 218 a.C., os romanos trouxeram com eles a língua romana popular, o latim vulgar, de que todas as línguas românicas (também conhecidas como "Línguas novilatinas", ou, ainda, "neolatinas") descendem. Já no século II a.C. o sul da Lusitânia estava romanizado. Estrabão, um geógrafo da Grécia antiga, comenta num dos livros da sua obra Geographia: "Eles adoptaram os costumes romanos, e já não se lembram da própria língua." A língua tornou-se popular com a chegada dos soldados, colonos e mercadores romanos, que construíram cidades romanas normalmente perto de antigos povoados de outras civilizações.

Entre 409 d.C. e 711, assim que o Império Romano entrou em colapso, a Península Ibérica foi invadida por povos de origem germânica, conhecidos pelos romanos como bárbaros. Os bárbaros (principalmente os suevos e os visigodos) absorveram em grande escala a cultura e a língua da península; contudo, desde que as escolas e a administração romana fecharam, a Europa entrou na Idade Média e as comunidades ficaram isoladas, o latim popular começou a evoluir de forma diferenciada e a uniformidade da península rompeu-se, levando à formação de um "Romance Lusitano". Desde 711, com a invasão islâmica da península, o árabe tornou-se a língua de administração das áreas conquistadas. Contudo, a população continuou a usar as suas falas românicas de tal forma que, quando os mouros foram expulsos, a influência que exerceram na língua foi relativamente pequena. O seu efeito principal foi no léxico, com a introdução de milhares de palavras.

Os registos mais antigos que sobreviveram de uma língua Portuguesa distinta são documentos administrativos do século IX, ainda entremeados com muitas frases em latim. Hoje em dia, essa fase é conhecida como o "Proto-Português" (falado no período entre o séculos IX e XII).


Informação retirada da Wikipedia, 12-03-2007, http://pt.wikipedia.org/wiki/Lingua_portuguesa

26.2.07

Tuga Success II

Grande Lata


Tradição e Qualidade...

Desde 1853 a RAMIREZ tem vindo a consolidar uma tradição de qualidade. A herança da marca "RAMIREZ" está nesta familia há 5 gerações e todos os dias nos esforçamos por honrar uma história que se estende já por 3 séculos.Por entre Guerras Mundiais e muitas mudanças de regime, foi capaz de revolucionar os conceitos de conservação dos produtos desde o tempo em que o peixe era salgado, muito tempo antes de serem inventados os frigoríficos, até às modernas tecnologias de hoje.

Estratégia para o Futuro

Acompanhando sempre a evolução do mercado, a RAMIREZ expandiu-se extraordinariamente. Instalou 2 modernas fábricas, estrategicamente localizadas ao longo da costa portuguesa. Elas contêm uma grande área congeladora e boa capacidade de armazenamento de congelados, de modo a garantir a continuidade do trabalho e a frescura dos nossos produtos em crú.
Ramirez distinguida pela AIP como empresa de referência em processo de internacionalização
A Associação Industrial Portuguesa (AIP) distinguiu empresas no lançamento do livro "Internacionalização das Empresas Portuguesas - 30 Casos de Referência". A Ramirez foi classificada como um dos 30 casos de empresas portuguesas de sucesso na internacionalização.O livro "Internacionalização das Empresas Portuguesas - 30 Casos de Referência", da autoria de Correia Gago, Gomes Cardoso, Torres Campos, Moura Vicente e Cardoso dos Santos.
Mais informações em:

21.2.07

Tuga Success

Começa com este post um "showroom" de vários exemplos portugueses de sucesso internacional.


Ver o aluminío de perfil!








Aluminíos Navarra

"É provável que o alumínio se tenha formado através de sucessivas colisões de átomos de hidrogénio durante o nascimento do sistema solar. O alumínio é o elemento metálico mais abundante na crosta terrestre, 8,13 %. Não o encontramos em estado nativo, mas em formas combinadas, como óxidos e silicatos."

É com base neste metal e é claro com muito esforço que Avelino Gonçalves do Carmo conseguiu levar a bom porto esta empresa, lider nacional e um dos cinco primeiros a nivel mundial na transformação de aluminio.

Hoje o Grupo Navarra está presente em Espanha, França, Alemanha, Itália, Bélgica, Eslovénia, Holanda, Inglaterra, Escócia, Angola e Cabo Verde; sendo que em Espanha e Inglaterra possui delegações.

As exportações estão direccionadas, sobretudo, para os vários sectores da economia industrial internacional. As vendas internacionais representam, actualmente, 46% do nosso volume de negócios, com perspectivas de aumento para os próximos anos. A nossa estratégia comercial passa, cada vez mais, por uma estratégia exportadora, sempre assente numa perspectiva de investimento em recursos tecnológicos e humanos, e jamais descurando os nossos parceiros nacionais.

Mais informações em:

http://www.navarraaluminio.com/

13.2.07

"Patrickes" há muitos...

... mas poucos estão interessados em investir em Portugal.

Quando pela primeira vez li esta noticia (sim, li, porque ver TV tá fora das minhas possibilidades, pelo menos às horas, ditas, normais),

"Um grupo de investidores portugueses, liderado pelo empresário Patrick Monteiro de Barros, pretende construir uma central nuclear em Portugal, que pode custar até três mil milhões de euros.
A intenção de apresentar ao Governo uma proposta neste sentido vai ser anunciada publicamente amanhã, em conferência de imprensa. No convite para o evento, o empresário diz que a construção da central, de última geração, será suportada por fundos exclusivamente privados."


rejubilei de alegria. Mas como é claro, não há bela sem senão, e o senão foi mesmo o enfiar no saco de uma das ideias mais geniais de todos os tempos. Perdoem-me os "pseudo-ambientalistas" e os demais que são contra o nuclear. Não vou aqui fundamentar as minhas declarações/opiniões pois não estou aqui para isso. Estou sim para fomentar o desenvolvimento, a tecnologia, a inovação, isto tudo é claro tendo em atenção o ambiente, a moral, a ética e tudo o mais omisso. A todos os "Patrickes" que possam vir a ler isto, Portugal aguarda-vos de braços e mentalidade aberta, pois, "Água mole em pedra dura tanto dá até que fura".

SIM e mais nada...


E pronto, mais um sinal de progresso e da evolução de mentalidade cujo povo Português ao ir votar (sim, porque só quem vota é que pode reinvindicar, isto a meu ver) demonstrou. Os números falam por si e sem papas na lingua. Os meus agradecimentos a todos os que foram votar, mesmo que tenham votado em branco ou nulo.

8.2.07

SIM porque não!!









Este é sem dúvida o tema do momento, delicado, maltratado e sem sombra de dúvida fustigado pela ignorância. Não preciso de dizer qual a minha opinião pois está bem patente qual é. Só me resta dizer que, pronto, eu vou, sem sombra de dúvida, para o inferno e como é claro não vou ter um funeral católico.

Uma das questões que muitas pessoas devem colocar é de certeza a seguinte:

Qual é a situação noutros países da União Europeia?

Em todos os Estados-membros da União Europeia – à excepção de Portugal, Irlanda e Polónia – realizam-se IVGs em estabelecimentos de saúde legalmente autorizados (inclusive em Espanha, onde a lei é semelhante à portuguesa). Fazem-no, utilizando, escrupulosamente, a cláusula de existência de risco para a saúde mental da mulher, o que comprovam, clinicamente, com entrevistas, testes ou exames feitos por psicólogos e psiquiatras e dando um prazo para reflexão, quando existem dúvidas.
Queremos uma lei que, à semelhança do que se passa na União Europeia, não criminalize as mulheres. Atente-se a exemplos de alguns países:

Alemanha – A IVG é permitida até às 12 semanas, a pedido da mulher, após apresentação de certificado médico que comprove ter tido aconselhamento no mínimo 3 dias antes da IVG.

Bélgica - A IVG é permitida até às 12 semanas, quando a gravidez coloca a mulher numa situação insuportável.

Bulgária - A IVG é permitida até às 12 semanas. Após este período, apenas é permitida se houver risco de vida para a mulher.

Dinamarca – A IVG é permitida até às 12 semanas, a pedido da mulher, mediante a apresentação de um requerimento a um médico ou centro social, que aconselhará a mulher e a encaminhará para um hospital, se mantiver a intenção de interromper. Após as 12 semanas, quando a mulher esteja inapta a tomar conta da criança de forma responsável, nomeadamente por ser nova ou imatura.

França – A IVG é permitida até às 12 semanas, por solicitação da mulher. E até ao segundo trimestre por razões médicas. Tem um período de ponderação obrigatório (mínimo 8 dias). No caso de se tratar de jovem menor de 18 anos, tem de ter consentimento de um dos pais ou de um representante legal.

Grécia – A IVG é permitida até às 12 semanas a pedido da mulher.

Holanda – A IVG é permitida até às 13 semanas por solicitação da mulher. Até às 24 semanas, quando comprovada a situação de dificuldade e falta de alternativa da mulher, tendo mantido o seu pedido de IVG.

Inglaterra – A IVG é permitida até às 24 semanas. Para além das 24 semanas, nos casos de risco para a vida da mãe, risco de grave e permanente doença para a mãe e nos casos de risco de séria deficiência do feto.

Itália – A IVG é permitida até aos 90 dias, quando constitui grave perigo para a saúde das mulheres. São consideradas válidas as suas condições económicas, sociais e familiares e/ou as circunstâncias em que se realizou a concepção.

Noruega – A IVG é permitida até às 12 semanas, a pedido da mulher.

Suécia – A IVG é permitida até às 18 semanas, por solicitação da mulher e até às 22 semanas por motivos de força maior (ex: inviabilidade do feto).

Não se esqueçam, dia 11 de Fevereiro entre as 7h e as 19h não faltem.