17.7.07

Iniciativas, poucas mas boas.

StickFaceRunner

Com o objectivo de dar a conhecer projectos portgueses, sejam eles arte plástica ou meras t-shirts, a Stick Face Runner não deixa o mérito em mãos alheias.

Vale a pena espreitar.


GAIA

Associação que foca as temáticas ambientais integrando questões sociais e políticas. Com uma forte componente activista, utiliza frequentemente acções criativas de cariz directo e não violento como forma de sensibilizar e criar consciência sobre raizes sociais dos problemas ambientais. O GAIA investe também fortemente na integração e influência de outros grupos sociais, transformado o trabalho de lobby e cooperação em pontos fortes do trabalho que realiza.

Um site a visitar, porque, o ambiente está nas nossas mãos.

12.7.07

Curiosidade

What's up with all those tip jars?

Am I alone in taking pointed notice of all the tip jars that have blossomed on business countertops? From delis to pizzerias, Chinese takeout joints to barbershops, the word has spread like wildfire: If you put out a tip jar, people will fill it.
Well, maybe they will, but I have yet to be shamed (if this is the right word) into casting my coin into the tip jar fountain. Perhaps it is the scientist in me, but I try to reason the situation out like this: I call in my order to the Chinese restaurant. I drive there to pick it up. I pay the menu price. Why on earth would I pay more than they are asking for their product? Doing so strikes me as positively un-American.
Tipping used to be confined to service-oriented occupations: waitresses, taxi drivers, doormen. Now it has spread to businesses where I seem to be doing most of the work.

Attempts at justification
Just recently I was in a general store where I roamed the aisles, collected my goods, brought them to the counter and even packed them myself. I paid the cashier $23.97 and then noticed a rather ostentatious pickle jar by the register. It was brimming with coins and paper money. On its face was written, in large red letters so as not to escape notice, "TIPS!" The addition of that exclamation point seemed to push the thing beyond a suggestion toward the realm of subtle demand.
Sometimes the tip jar bears an explanation or justification of the recipient's need for the extra cash, such as the annotation, "For college”. And then there was this cryptic one I saw in a service station: "For unanticipated expenses." Hmm. Don't we all have these?
All this reminds me of a little incident with an Internet retailer. On the order form after I had added up the total for goods and shipping, was an additional charge of $1, for "immediate replacement of lost or damaged goods."
There was no way for me to decline or eliminate this fee, so I called them. The pleasant woman at the other end of the line explained that the fee was a bargain because it would ensure my satisfaction with my purchase.
"Ma'am," I calmly began, "if I am not satisfied with this purchase, I expect you to remedy the situation in any event."
She removed the $1 fee.

Nobody will notice
The moral of this tale is that these companies seem to assume that nobody -- except for me! -- will notice or care if an additional buck or two is appended to an order. Considering the large customer bases involved, this can add up to a lot of money. I think this is precisely what has spilled over into the ad hoc tipping jar phenomenon we're now experiencing. If the college student who works at the local taco stand puts out his or her jar and makes an extra $10, $20 or $30 a day, well, why not? It's not as if people have to cough up a tip.
At this point I'm willing to admit that maybe I'm being a curmudgeon about this -- or even worse, a cheapskate. But although I don't contribute to these ubiquitous, beckoning Mason jars, I think there is an insidious effect on the young.
On a visit to a bakery with my son, I had just paid for my bagels when Anton nudged me and pointed to the tip jar. "Dad," he said, "aren't you going to tip them?"
I looked at the milk-faced student behind the cash register, who beamed at me. "Thank you," I told him, "and have a nice day."
This didn't end the conversation. In the car on the way home, Anton asked me how I would feel if I had a tip jar and nobody put any money in.

A little classroom experiment
No one had ever asked me this before. As a teacher it had never occurred to me to put one of these jars on my desk. And so I decided to conduct an experiment. The next day, when I entered the classroom, I casually pulled a small jelly jar from my bag and placed it on my desk. On the front was a neat label, "Tips." I didn't do anything else to draw my students' attention to it and ignored the low mumble that the act incited.
At the end of the lecture, as the students filed out, I'll be darned if a few of them didn't throw their loose change into the jar. I gave it all back, of course, but their quiet gestures did lend me a small thrill, a sense that my teaching efforts were worth more than my salary alone.
Well, I still don't put money in tip jars, but I have put one of these jars in my son's room. Sometimes, when he does something positive or helpful without being told, I throw a couple of quarters in. He appreciates this and looks for opportunities to lend a hand wherever he can. I think that as long as we can keep this under control, I will not have created unreasonable expectations. But mum's the word.

This article was reported and written by Robert Close for The Christian Science Monitor.

Vou meter uma caixinha de gorjetas com uma inscrição a dizer "Dê, vai ver que não custa nada!” aqui na minha secretária, pode ser que seja a solução para a minha independência económica.

1.7.07

Tuga Success VI



Melhor Propriedade Rural da Europa 2007

Situada na freguesia de Rosmaninhal, a Herdade da Poupa está integrada na Monfortur, uma empresa do Grupo Espírito Santo que gere os hotéis Astória e Fonte Santa, em Termas de Monfortinho. E João Carvalho, o secretário-geral da Associação Nacional de Proprietários e Produtores de Caça, explica que o prémio distingue os melhores exemplos "do ponto de vista da conservação dos recursos naturais”, como será esta Herdade da Poupa. Ali se alia um projecto de turismo rural com a localização em plena área da Rede Natura 2000 e do Parque Natural do Tejo Internacional, uma relação que João Carvalho classifica de “casamento perfeito”.
A preservação da paisagem, biodiversidade, património cultural e o desenvolvimento de uma economia local sustentável são os critérios que o júri, na hora de escolher um vencedor. Este ano houve dois vencedores 'ex-aequo', já que foram eleitas duas propriedade, uma na Inglaterra e esta de Idanha-a-Nova. A nível nacional apenas a Herdade do Pinheiro, em Setúbal, tinha até agora sido galardoada.
A notícia da atribuição do prémio foi recebida pelo administrador da Monfortur “com grande satisfação”, sobretudo porque reconhece o trabalho feito na conservação da natureza. António Salgado explica que nos últimos anos se apostou na recuperação dos ecossistemas, que tinham sido destruídos por práticas agrícolas ou florestais incorrectas, como a célebre campanha do trigo. Consistia ela em incentivos à produção deste cereal, entre 1928 e 1934, e levou a um esgotamento dos solos e ao desaparecimento de muitas espécies nativas. A promoção do eucaliptal, algumas décadas mais tarde, só agravou a situação.
Para recuperar o espaço, a Monfortur promoveu a regeneração do montado de azinho, entre outras boas práticas ambientais. E hoje a herdade é habitada por espécies como o veado, o grifo, o abutre-do-Egipto ou a cegonha-preta.
A Herdade da Poupa tem uma área de aproximadamente 4 200 hectares , contando com um hotel rural com 16 quartos e várias actividades ligadas à natureza, como observação de aves, percursos pedestres ou safaris fotográficos. A actividade cinegética é outra das vertentes e, para António Salgado, o prémio “é a prova que a caça não é tão ameaçadora como parece” da conservação da natureza.

26.6.07

Noticias do dia

Nokia Siemens


Empresa vai empregar 500 engenheiros até 2010 e 160 no primeiro ano
A Nokia Siemens Networks assinou ontem um protocolo com a Agência Portuguesa para o Investimento (API) para a instalação de um centro de competência internacional em Lisboa. Na corrida, estiveram a Polónia e a Irlanda. Com data prevista de inauguração para o final do ano, a empresa ainda não tem um espaço para o centro."Estamos à procura de um espaço na área metropolitana de Lisboa, de 3000 metros quadrados", sendo já certo que "um núcleo de 700 metros quadrados funcionará no Tagus Park, ao abrigo de um acordo com a Universidade Técnica de Lisboa", afirmou João Picoito, à margem da cerimónia de assinatura, que contou com a presença do primeiro-ministro. Abrir todo o centro no Tagus Park "é uma hipótese que não está descartada, mas neste momento não há condições", de espaço, frisou.O centro português vai exportar serviços para todo o mundo, podendo servir operadores de qualquer país. No próximo ano, a equipa será constituída por 160 engenheiros, prevendo-se que este número chegue aos 500 em 2010. A maior parte dos engenheiros serão recrutados na Universidade Técnica. Para Basílio Horta, "Portugal está a transformar-se num país muito atraente para centros tecnológicos". Os argumentos que conseguiram trazer o investimento para Portugal estão associados "ao plano tecnológico, à formação profissional e à ligação às universidades". Condições que poderão trazer outros projectos neste sector para o País, já que "Portugal está a concorrer a outras iniciativas".

Noticia integral em: http://www.dn.pt/


Museu Berardo



Figuras da política, cultura, media e finança na inauguração do museu
"Depois do meu casamento, este é o dia mais feliz da minha vida". E com estas palavras Joe Berardo encerrava o pequeno discurso informal pelo qual deu boas-vindas aos perto de 800 convidados presentes num fim de tarde que concentrou no Museu Colecção Berardo figuras da política, da cultura, das finanças. E foram poucos os ausentes. Vários candidatos à Câmara de Lisboa, rostos dos media, ministros, ex-ministros. E, como Joe Berardo fez questão de sublinhar, muitos artistas, "que vieram de diversas partes do mundo".Em ritmo de procissão, os muitos convidados avançaram depois pelas galerias do novo museu que conhecia assim os seus primeiros visitantes. O cortejo lento percorreu salas, tornando-se logo evidentes alguns dos artistas mais "desejados". Picasso no piso zero. Warhol, Liechenstein e um conjunto de fotos de Jorge Molder no andar superior. Salas mais iluminadas que antes, com a luz do dia, conferindo ao espaço uma sugestão de humanidade. Ao ver cumprido um sonho, o coleccionador agradeceu ao primeiro ministro e à ministra da Cultura o desfecho "feliz" de dez anos de negociações. "Se estou aqui hoje é porque as raízes do meu país me chamaram", vincou, num conjunto de palavras que revelavam um homem feliz, que não limitou agradecimentos aos políticos. A família e os que trabalharam no museu mereceram atenção.Lembrando os casos recentes de Bilbao e Valência, em Espanha, cidades cujos museus reforçaram as suas posições no turismo e economia, Isabel Pires de Lima frisou a importância para a cidade de um equipamento como o que se inaugurava. "Vem preencher uma lacuna no panorama museológico nacional", disse entre palavras que lembraram o cumprir de uma das vocações do CCB (a museológica). Citando o realizador Wim Wenders, recordou que "a realidade é que ninguém ama verdadeiramente o seu país pela economia, por mais forte que esteja, mas pela sua cultura".José Sócrates felicitou o facto de um coleccionador privado ter colocado o seu acervo "à disposição de todos os portugueses". Com a inauguração do Museu Colecção Berardo, Portugal, disse o primeiro ministro, "fica um país mais rico" e Lisboa, "uma cidade mais competitiva, mais atraente, com uma maior oferta cultural". José Sócrates terminou as formalidades, ao afirmar que "antes, o roteiro da arte contemporânea terminava em Madrid. Hoje começa aqui, em Lisboa".Enquanto a inauguração oficial decorria, no exterior do museu juntavam-se os primeiros visitantes sem convite. Prontos para a "borla" oferecida em noite longa de inauguração feita "o" acontecimento sócio-cultural do ano em Lisboa.

Noticia integral em: http://www.dn.pt/

Mais informações em: http://www.berardocollection.com/


Oeste quer Turismo de Cinco Estrelas



Quatro mil milhões de euros para investir em projectos de turismo no Oeste, até 2013, tendo em conta o nicho do mercado de luxo seleccionado por muitos dos empreendimentos, não é muito, sobretudo porque a densidade de construção será a mais baixa de qualquer zona turística nacional. Em 2013 haverá entre 10 e 12 hotéis de 5 estrelas de cadeias internacionais, inseridos em resorts com campos de golfe de 18 a 27 buracos, atingindo 50 mil camas. "Teremos uma hotelaria topo de gama" considera o presidente da Região de Turismo do Oeste, António Carneiro, para quem a Costa de Prata tem grande futuro com a aposta que tem vindo a ser feita no mercado internacional do turismo residencial do Sul da Europa. Isso mesmo concluem os estudos que apontam 650 famílias inglesas como interessadas em adquirir casa nesta zona do continente. E não se trata de reformados que querem descansar em climas mais amenos, imagem criada na última década com o acréscimo da preferência de estrangeiros, sobretudo da Europa do Norte, pela residência em Portugal. A idade destes chefes de família está entre os 35 e os 45 anos e para além de turistas são investidores, sublinha António Carneiro.A área de eleição abrange uns 150 quilómetros a partir do Atlântico para o interior, com "uma bela paisagem", num ambiente "autêntico" de natureza, situado a escassas dezenas de quilómetros da capital e do aeroporto, acentuam os promotores e os autarcas dos municípios onde os projectos de maior vulto estão implantados, como Torres Vedras, Óbidos e Peniche. A Costa de Prata passou a ser um símbolo das campanhas que anunciam um destino de cinco estrelas num mercado que inclui potenciais turistas, e ao mesmo tempo, potenciais investidores no Sul da Europa. Para além das férias, comprar casa num dos resorts da zona é um negócio que está a aproveitar essa tendência. Até agora os mercados de maior vulto têm sido o inglês e o irlandês, embora tenham aparecido compradores de outras nacionalidades. Procuram um clima ameno onde o golfe é uma atracções para todo o ano, num ambiente calmo de natureza associado ao património histórico e muito próximo do que a capital d e um país pode oferecer.Os complexos já instalados como o Marriott em Óbidos, ou o Bom Sucesso Resort, e o Campo Real em Torres Vedras têm projectos de ampliação. O Praia D' El Rey Marriott foi o modelo que "vendeu" a região como destino de topo. Com ainda 500 milhões de euros para investir, o grupo é o maior empregador local. Para além do Praia D'El Rey, onde estão previstos mais cem milhões até à conclusão, o Grupo Beltico vai avançar em 2008 com a Falésia d'El Rey. Este PIN (projecto de interesse nacional) terá um custo de 400 milhões de euros com uma densidade de construção de apenas 0,5%.

Noticia integral em: http://www.dn.pt/

21.6.07

Porta 65

Substituto do IAJ

O Conselho de Ministros de 21 de Junho criou a Iniciativa Porta 65 para promover um mercado de arrendamento habitacional mais dinâmico, através do apoio à gestão de um parque habitacional, público ou privado, destinado a arrendamento com vocação social, do estímulo a novas soluções de gestão da oferta e da procura que favoreçam a mobilidade residencial, e da criação de instrumentos de incentivo ao arrendamento. Os principais instrumentos são: a Porta 65 – Jovem; a Porta 65 – Bolsa de Habitação & Mobilidades; a Porta 65 – Gestão e Proximidade; e a Porta 65 – Residência apoiada, para promoção, por entidades assistenciais, de arrendamento em residências colectivas para grupos com necessidades específicas ou temporárias, tais como pessoas sem abrigo, idosos ou imigrantes.

Mais informações http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Conselho_de_Ministros/Comunicados_e_Conferencias_de_Imprensa/20070621.htm

14.6.07

Porque aprender é preciso



Fruto da evidente (para alguns nem por isso) preocupação do Estado com a Formação Profissional e Académica dos Portugueses esta iniciativa tem por fim uma maior e melhor formação e qualificação.
Tudo isto com um grande objectivo, fazer com que Portugal entre, ainda mais, nas fileiras mundiais da Tecnologia, Serviços entre outras. Em suma, tornar Portugal mais competitivo e instruído.

Mais informação em: http://www.novasoportunidades.gov.pt/

5.6.07

ILE - Iniciativas Locais de Emprego

Apoio ou um empurrão?!

Fazendo parte de um programa levado a cabo pelo Estado em colaboração com o IEFP (www.iefp.pt) o ILE tem como finalidade a criação de novos postos de trabalho por via da criação de pequenas e médias empresas.

Os Objectivos do ILE:

Incentivar e apoiar projectos que dêem lugar à criação de novas entidades, independentemente da respectiva forma jurídica, e que originem a criação líquida de postos de trabalho, contribuindo para a dinamização das economias locais, mediante a realização de investimentos de pequena dimensão.

Os Destinatários:

  • Desempregados;
  • Jovens à procura de 1º emprego;
  • Trabalhadores empregados, mas em risco de desemprego.

O Projecto-Tipo:

Os apoios são concedidos aos projectos que:

  • Originem a criação líquida de postos de trabalho;
  • Os postos de trabalho a criar sejam obrigatoriamente preenchidos por trabalhadores desempregados, ou jovens à procura de 1º emprego, com contratos de trabalho sem termo e a tempo inteiro;
  • À data de candidatura, não tenham sido iniciados há mais de 60 dias úteis, ou não se encontrem integralmente concluídos;
  • Pelo menos metade dos respectivos promotores sejam desempregados, ou jovens à procura do 1º emprego;
  • A entidade a constituir não tenha dimensão superior a 20 trabalhadores;
  • O investimento total não exceda 150.000,00 euros;
  • Tenham viabilidade económica e financeira;
  • Tenham asseguradas as fontes de financiamento, incluindo no mínimo 5 % em capitais próprios, podendo, no entanto, solicitar a dispensa total ou parcial dessa condição, caso não disponham de meios, mediante requerimento a apresentar ao IEFP;
  • Disponham no mínimo do capital social, no caso de se tratar de sociedade por quotas;
  • A actividade se enquadre nas áreas de actividade elegíveis no programa.

Apoios Técnicos:


  • Selecção e recrutamento de trabalhadores desempregado;
  • Formação na área empresarial para dirigentes;
  • Consultoria especializada, nas áreas financeira, comercial, de recursos humanos, marketing, publicidade e de gestão da produção.

No caso do apoio técnico ser prestado por entidades exteriores ao IEFP, pode ser concedido um subsídio, não reembolsável, até ao limite de 5% do investimento elegível.

Apoios Financeiros:

O somatório dos apoios a conceder não pode exceder as necessidades de investimento do projecto, considerando-se nesse cálculo a aplicação dos capitais próprios.
Estes apoios não são cumuláveis com os previstos para as outras modalidades do programa.

Apoios financeiros à criação de postos de trabalho:

  • Subsídio não reembolsável, igual a 18 vezes a remuneração mínima mensal mais elevada garantida por lei, por cada posto de trabalho criado e preenchido, com as seguintes majorações, cumuláveis entre si:

20 % por cada posto de trabalho preenchido por:

  • Desempregados de longa duração;- Desempregados, com idade igual ou superior a 45 anos;- Jovens à procura do 1º emprego;- Beneficiários do Rendimento Mínimo Garantido.

25 % por cada posto de trabalho preenchido por pessoa com deficiência:

  • Prémios de Igualdade de Oportunidades (entre sexos e para pessoas com deficiência), igual a 10% do valor total do apoio concedido (excluídas as majorações), sempre que os projectos de emprego originem a criação de, no mínimo, 5 postos de trabalho e os mesmos não sejam preenchidos, em mais de 60%, por pessoas do mesmo sexo, ou quando, pelo menos 40% deles sejam preenchidos por pessoas com deficiência.

Apoios financeiros ao investimento:

  • Subsídio não reembolsável, até ao limite de 40% do investimento total admissível 150.000,00 euros, o que equivale a 60.000,00 euros, não podendo exceder 12.500,00 euros por cada posto de trabalho criado e preenchido por desempregados ou jovens à procura de 1º emprego.

Apoios especiais a outras ILE:

  • Podem ainda ser apoiados os projectos de ILE em que, pelo menos, metade dos promotores não sejam desempregados ou jovens à procura do 1º emprego, ou que não constem das áreas de actividade elegíveis no programa, quando sejam considerados excepcionalmente relevantes para a prossecução do objectivos da política de emprego e demonstrem particular dificuldade em aceder a formas de financiamento alternativas.

Todas as outras condições de acesso devem verificar-se. A estes projectos podem ser atribuídos apoios à criação de postos de trabalho, nos termos acima expostos, e apoios ao investimentos, nos seguintes termos: por deliberação da Comissão Executiva do IEFP, a requerimento do(s) promotor(es), pode ser atribuído um apoio financeiro sob a forma de empréstimo sem juros (por 5 anos, com 2 anos de carência), até ao limite de 40% do investimento total admissível 150.000,00 euros - o que equivale a 60.000,00 euros - não podendo exceder 12.500,00 euros por cada posto de trabalho criado e preenchido por desempregados ou jovens à procura de 1º emprego.Há lugar a um abatimento de 5% por cada ano de redução do prazo de pagamento, sobre o montante de capital em dívida, sem que se exceda, em caso algum, o limite máximo de 10%.

O Enquadramento Legal
Portaria nº 196-A/01 de 10-03Portaria nº 255/02 de 12-03