26.6.07

Noticias do dia

Nokia Siemens


Empresa vai empregar 500 engenheiros até 2010 e 160 no primeiro ano
A Nokia Siemens Networks assinou ontem um protocolo com a Agência Portuguesa para o Investimento (API) para a instalação de um centro de competência internacional em Lisboa. Na corrida, estiveram a Polónia e a Irlanda. Com data prevista de inauguração para o final do ano, a empresa ainda não tem um espaço para o centro."Estamos à procura de um espaço na área metropolitana de Lisboa, de 3000 metros quadrados", sendo já certo que "um núcleo de 700 metros quadrados funcionará no Tagus Park, ao abrigo de um acordo com a Universidade Técnica de Lisboa", afirmou João Picoito, à margem da cerimónia de assinatura, que contou com a presença do primeiro-ministro. Abrir todo o centro no Tagus Park "é uma hipótese que não está descartada, mas neste momento não há condições", de espaço, frisou.O centro português vai exportar serviços para todo o mundo, podendo servir operadores de qualquer país. No próximo ano, a equipa será constituída por 160 engenheiros, prevendo-se que este número chegue aos 500 em 2010. A maior parte dos engenheiros serão recrutados na Universidade Técnica. Para Basílio Horta, "Portugal está a transformar-se num país muito atraente para centros tecnológicos". Os argumentos que conseguiram trazer o investimento para Portugal estão associados "ao plano tecnológico, à formação profissional e à ligação às universidades". Condições que poderão trazer outros projectos neste sector para o País, já que "Portugal está a concorrer a outras iniciativas".

Noticia integral em: http://www.dn.pt/


Museu Berardo



Figuras da política, cultura, media e finança na inauguração do museu
"Depois do meu casamento, este é o dia mais feliz da minha vida". E com estas palavras Joe Berardo encerrava o pequeno discurso informal pelo qual deu boas-vindas aos perto de 800 convidados presentes num fim de tarde que concentrou no Museu Colecção Berardo figuras da política, da cultura, das finanças. E foram poucos os ausentes. Vários candidatos à Câmara de Lisboa, rostos dos media, ministros, ex-ministros. E, como Joe Berardo fez questão de sublinhar, muitos artistas, "que vieram de diversas partes do mundo".Em ritmo de procissão, os muitos convidados avançaram depois pelas galerias do novo museu que conhecia assim os seus primeiros visitantes. O cortejo lento percorreu salas, tornando-se logo evidentes alguns dos artistas mais "desejados". Picasso no piso zero. Warhol, Liechenstein e um conjunto de fotos de Jorge Molder no andar superior. Salas mais iluminadas que antes, com a luz do dia, conferindo ao espaço uma sugestão de humanidade. Ao ver cumprido um sonho, o coleccionador agradeceu ao primeiro ministro e à ministra da Cultura o desfecho "feliz" de dez anos de negociações. "Se estou aqui hoje é porque as raízes do meu país me chamaram", vincou, num conjunto de palavras que revelavam um homem feliz, que não limitou agradecimentos aos políticos. A família e os que trabalharam no museu mereceram atenção.Lembrando os casos recentes de Bilbao e Valência, em Espanha, cidades cujos museus reforçaram as suas posições no turismo e economia, Isabel Pires de Lima frisou a importância para a cidade de um equipamento como o que se inaugurava. "Vem preencher uma lacuna no panorama museológico nacional", disse entre palavras que lembraram o cumprir de uma das vocações do CCB (a museológica). Citando o realizador Wim Wenders, recordou que "a realidade é que ninguém ama verdadeiramente o seu país pela economia, por mais forte que esteja, mas pela sua cultura".José Sócrates felicitou o facto de um coleccionador privado ter colocado o seu acervo "à disposição de todos os portugueses". Com a inauguração do Museu Colecção Berardo, Portugal, disse o primeiro ministro, "fica um país mais rico" e Lisboa, "uma cidade mais competitiva, mais atraente, com uma maior oferta cultural". José Sócrates terminou as formalidades, ao afirmar que "antes, o roteiro da arte contemporânea terminava em Madrid. Hoje começa aqui, em Lisboa".Enquanto a inauguração oficial decorria, no exterior do museu juntavam-se os primeiros visitantes sem convite. Prontos para a "borla" oferecida em noite longa de inauguração feita "o" acontecimento sócio-cultural do ano em Lisboa.

Noticia integral em: http://www.dn.pt/

Mais informações em: http://www.berardocollection.com/


Oeste quer Turismo de Cinco Estrelas



Quatro mil milhões de euros para investir em projectos de turismo no Oeste, até 2013, tendo em conta o nicho do mercado de luxo seleccionado por muitos dos empreendimentos, não é muito, sobretudo porque a densidade de construção será a mais baixa de qualquer zona turística nacional. Em 2013 haverá entre 10 e 12 hotéis de 5 estrelas de cadeias internacionais, inseridos em resorts com campos de golfe de 18 a 27 buracos, atingindo 50 mil camas. "Teremos uma hotelaria topo de gama" considera o presidente da Região de Turismo do Oeste, António Carneiro, para quem a Costa de Prata tem grande futuro com a aposta que tem vindo a ser feita no mercado internacional do turismo residencial do Sul da Europa. Isso mesmo concluem os estudos que apontam 650 famílias inglesas como interessadas em adquirir casa nesta zona do continente. E não se trata de reformados que querem descansar em climas mais amenos, imagem criada na última década com o acréscimo da preferência de estrangeiros, sobretudo da Europa do Norte, pela residência em Portugal. A idade destes chefes de família está entre os 35 e os 45 anos e para além de turistas são investidores, sublinha António Carneiro.A área de eleição abrange uns 150 quilómetros a partir do Atlântico para o interior, com "uma bela paisagem", num ambiente "autêntico" de natureza, situado a escassas dezenas de quilómetros da capital e do aeroporto, acentuam os promotores e os autarcas dos municípios onde os projectos de maior vulto estão implantados, como Torres Vedras, Óbidos e Peniche. A Costa de Prata passou a ser um símbolo das campanhas que anunciam um destino de cinco estrelas num mercado que inclui potenciais turistas, e ao mesmo tempo, potenciais investidores no Sul da Europa. Para além das férias, comprar casa num dos resorts da zona é um negócio que está a aproveitar essa tendência. Até agora os mercados de maior vulto têm sido o inglês e o irlandês, embora tenham aparecido compradores de outras nacionalidades. Procuram um clima ameno onde o golfe é uma atracções para todo o ano, num ambiente calmo de natureza associado ao património histórico e muito próximo do que a capital d e um país pode oferecer.Os complexos já instalados como o Marriott em Óbidos, ou o Bom Sucesso Resort, e o Campo Real em Torres Vedras têm projectos de ampliação. O Praia D' El Rey Marriott foi o modelo que "vendeu" a região como destino de topo. Com ainda 500 milhões de euros para investir, o grupo é o maior empregador local. Para além do Praia D'El Rey, onde estão previstos mais cem milhões até à conclusão, o Grupo Beltico vai avançar em 2008 com a Falésia d'El Rey. Este PIN (projecto de interesse nacional) terá um custo de 400 milhões de euros com uma densidade de construção de apenas 0,5%.

Noticia integral em: http://www.dn.pt/

21.6.07

Porta 65

Substituto do IAJ

O Conselho de Ministros de 21 de Junho criou a Iniciativa Porta 65 para promover um mercado de arrendamento habitacional mais dinâmico, através do apoio à gestão de um parque habitacional, público ou privado, destinado a arrendamento com vocação social, do estímulo a novas soluções de gestão da oferta e da procura que favoreçam a mobilidade residencial, e da criação de instrumentos de incentivo ao arrendamento. Os principais instrumentos são: a Porta 65 – Jovem; a Porta 65 – Bolsa de Habitação & Mobilidades; a Porta 65 – Gestão e Proximidade; e a Porta 65 – Residência apoiada, para promoção, por entidades assistenciais, de arrendamento em residências colectivas para grupos com necessidades específicas ou temporárias, tais como pessoas sem abrigo, idosos ou imigrantes.

Mais informações http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Conselho_de_Ministros/Comunicados_e_Conferencias_de_Imprensa/20070621.htm

14.6.07

Porque aprender é preciso



Fruto da evidente (para alguns nem por isso) preocupação do Estado com a Formação Profissional e Académica dos Portugueses esta iniciativa tem por fim uma maior e melhor formação e qualificação.
Tudo isto com um grande objectivo, fazer com que Portugal entre, ainda mais, nas fileiras mundiais da Tecnologia, Serviços entre outras. Em suma, tornar Portugal mais competitivo e instruído.

Mais informação em: http://www.novasoportunidades.gov.pt/

5.6.07

ILE - Iniciativas Locais de Emprego

Apoio ou um empurrão?!

Fazendo parte de um programa levado a cabo pelo Estado em colaboração com o IEFP (www.iefp.pt) o ILE tem como finalidade a criação de novos postos de trabalho por via da criação de pequenas e médias empresas.

Os Objectivos do ILE:

Incentivar e apoiar projectos que dêem lugar à criação de novas entidades, independentemente da respectiva forma jurídica, e que originem a criação líquida de postos de trabalho, contribuindo para a dinamização das economias locais, mediante a realização de investimentos de pequena dimensão.

Os Destinatários:

  • Desempregados;
  • Jovens à procura de 1º emprego;
  • Trabalhadores empregados, mas em risco de desemprego.

O Projecto-Tipo:

Os apoios são concedidos aos projectos que:

  • Originem a criação líquida de postos de trabalho;
  • Os postos de trabalho a criar sejam obrigatoriamente preenchidos por trabalhadores desempregados, ou jovens à procura de 1º emprego, com contratos de trabalho sem termo e a tempo inteiro;
  • À data de candidatura, não tenham sido iniciados há mais de 60 dias úteis, ou não se encontrem integralmente concluídos;
  • Pelo menos metade dos respectivos promotores sejam desempregados, ou jovens à procura do 1º emprego;
  • A entidade a constituir não tenha dimensão superior a 20 trabalhadores;
  • O investimento total não exceda 150.000,00 euros;
  • Tenham viabilidade económica e financeira;
  • Tenham asseguradas as fontes de financiamento, incluindo no mínimo 5 % em capitais próprios, podendo, no entanto, solicitar a dispensa total ou parcial dessa condição, caso não disponham de meios, mediante requerimento a apresentar ao IEFP;
  • Disponham no mínimo do capital social, no caso de se tratar de sociedade por quotas;
  • A actividade se enquadre nas áreas de actividade elegíveis no programa.

Apoios Técnicos:


  • Selecção e recrutamento de trabalhadores desempregado;
  • Formação na área empresarial para dirigentes;
  • Consultoria especializada, nas áreas financeira, comercial, de recursos humanos, marketing, publicidade e de gestão da produção.

No caso do apoio técnico ser prestado por entidades exteriores ao IEFP, pode ser concedido um subsídio, não reembolsável, até ao limite de 5% do investimento elegível.

Apoios Financeiros:

O somatório dos apoios a conceder não pode exceder as necessidades de investimento do projecto, considerando-se nesse cálculo a aplicação dos capitais próprios.
Estes apoios não são cumuláveis com os previstos para as outras modalidades do programa.

Apoios financeiros à criação de postos de trabalho:

  • Subsídio não reembolsável, igual a 18 vezes a remuneração mínima mensal mais elevada garantida por lei, por cada posto de trabalho criado e preenchido, com as seguintes majorações, cumuláveis entre si:

20 % por cada posto de trabalho preenchido por:

  • Desempregados de longa duração;- Desempregados, com idade igual ou superior a 45 anos;- Jovens à procura do 1º emprego;- Beneficiários do Rendimento Mínimo Garantido.

25 % por cada posto de trabalho preenchido por pessoa com deficiência:

  • Prémios de Igualdade de Oportunidades (entre sexos e para pessoas com deficiência), igual a 10% do valor total do apoio concedido (excluídas as majorações), sempre que os projectos de emprego originem a criação de, no mínimo, 5 postos de trabalho e os mesmos não sejam preenchidos, em mais de 60%, por pessoas do mesmo sexo, ou quando, pelo menos 40% deles sejam preenchidos por pessoas com deficiência.

Apoios financeiros ao investimento:

  • Subsídio não reembolsável, até ao limite de 40% do investimento total admissível 150.000,00 euros, o que equivale a 60.000,00 euros, não podendo exceder 12.500,00 euros por cada posto de trabalho criado e preenchido por desempregados ou jovens à procura de 1º emprego.

Apoios especiais a outras ILE:

  • Podem ainda ser apoiados os projectos de ILE em que, pelo menos, metade dos promotores não sejam desempregados ou jovens à procura do 1º emprego, ou que não constem das áreas de actividade elegíveis no programa, quando sejam considerados excepcionalmente relevantes para a prossecução do objectivos da política de emprego e demonstrem particular dificuldade em aceder a formas de financiamento alternativas.

Todas as outras condições de acesso devem verificar-se. A estes projectos podem ser atribuídos apoios à criação de postos de trabalho, nos termos acima expostos, e apoios ao investimentos, nos seguintes termos: por deliberação da Comissão Executiva do IEFP, a requerimento do(s) promotor(es), pode ser atribuído um apoio financeiro sob a forma de empréstimo sem juros (por 5 anos, com 2 anos de carência), até ao limite de 40% do investimento total admissível 150.000,00 euros - o que equivale a 60.000,00 euros - não podendo exceder 12.500,00 euros por cada posto de trabalho criado e preenchido por desempregados ou jovens à procura de 1º emprego.Há lugar a um abatimento de 5% por cada ano de redução do prazo de pagamento, sobre o montante de capital em dívida, sem que se exceda, em caso algum, o limite máximo de 10%.

O Enquadramento Legal
Portaria nº 196-A/01 de 10-03Portaria nº 255/02 de 12-03

30.5.07

Tuga Success V

A Cortiça



A CORTICEIRA AMORIM SGPS, S.A. é a maior empresa mundial de produtos de cortiça e uma das mais internacionais de todas as empresas portuguesas, com operações em dezenas de países, de todos os continentes.
Há mais de um século que está presente neste sector de actividade, tendo contribuído decisivamente para a divulgação mundial da cortiça.
Actualmente, as aplicações de cortiça incluem não apenas produtos tradicionais de alto valor acrescentado, como é o caso da rolha, mas também produtos que incorporam avançada tecnologia de fabrico e elevados padrões de I&D. Desta forma, a CORTICEIRA AMORIM disponibiliza um vasto portfolio de produtos de elevada qualidade, para incorporação em indústrias tão diversificadas e exigentes como são a indústria aeronáutica, de construção, ou a indústria vinícola.
Tradição, qualidade e inovação caracterizam a maior empresa transformadora de produtos de cortiça do mundo, que disponibiliza inúmeros produtos e soluções empregando esta versátil matéria-prima, gerando um volume de negócios superior a 440 milhões de euros em mais de cem países, contribuindo para conservação e preservação de um habitat único – o montado de sobro.
Mais informações em: www.amorim.pt

22.5.07

Gabinete de Apoio aos Novos Empresários do Comércio


GANEC para os amigos!

Após uma ida até à ExpoFranchise na FIL deparei-me com uma excelente ideia, o GANEC.

O objectivo fundamental desta iniciativa é o de contribuir para melhorar as condições de sucesso de novos projectos empresariais. Pretende-se melhorar em sistema de livre utilização, a preparação dos novos empresários do comércio e reforçar o saber e a cultura de comércio incorporados na vida das empresas. Os seus efeitos traduzir-se-ão num melhor desempenho sectorial, num melhor aproveitamento dos meios disponíveis visando a modernização do nosso parque comercial e numa menor perturbação económico-social em resultado de uma redução das taxas de insucesso verificáveis em novos projectos no sector.

A todos os empreendedores e futuros empresários do sector do comércio: podem recorrer aos nossos serviços todas as pessoas que em Portugal se propõem abrir um novo estabelecimento comercial ou, de algum modo, iniciar a sua actividade neste sector como empresários. Todos os serviços do GANEC estão orientados para os candidatos a futuros empresários do sector, dado considerarmos que a renovação da classe empresarial do comércio deverá processar-se num quadro em que os abandonos de actividade venham a ser preenchidos por uma nova geração de empresários com uma qualificação mais elevada e com projectos mais consistentes, competitivos e inovadores. Dirigimo-nos a todos os futuros empresários comerciais, aos quais prestaremos apoio que lhes permita reorientarem os seus projectos, quer em termos de estratégia sectorial, quer em termos de financiamento, de maneira a aumentarem a rentabilidade dos investimentos realizados. Junto do GANEC, os destinatários, que são, afinal, razão de ser do Gabinete, poderão melhorar as condições de sucesso dos novos projectos. É sabido que a taxa de insucesso é particularmente acentuada nos primeiros anos de vida das empresas. Tal situação deve-se, em grande medida, ao facto de muitos dos projectos de criação de novos negócios não serem suficientemente avaliados e não disporem das condições mínimas para serem rentáveis. Para contrariar esta situação, o GANEC propõe-se fornecer um serviço personalizado e acompanhamento personalizado a todos aqueles que pretendam vir a iniciar uma actividade no sector do comércio, seja qual for a natureza do projecto, ou da sua localização geográfica.

O GANEC presta apoio a três niveis:

INFORMATIVO
Trata-se de fornecer toda a informação de base que permita ao futuro empresário:-Conhecer antecipadamente os requisitos para iniciar a actividade;-Saber quais as condições em que se irá processar o seu exercício;-Saber quais os possíveis instrumentos a que poderá recorrer para concretizar o projecto.

FORMATIVO
Destina-se a proporcionar ao futuro empresário uma formação qualificante de curta duração e que incidirá sobre temas básicos da gestão de empresa comercial.

ACONSELHAMENTO TÉCNICO
Assume a forma de consultas individualiza-das que se destinam a contribuir para uma melhor estruturação dos projectos a realizar, seja em termos financeiros, seja na perspectiva do mercado a que se destinam.

Mais informações em: http://www.ganec.pt/

6.5.07

Tuga Success IV


YDreams


A YDreams é uma empresa portuguesa de soluções tecnológicas, fundada em Junho de 2000 por especialistas de renome internacional em tecnologias de informação, telecomunicações, processamento de imagem, sistemas de geo-informação e Engenharia do Ambiente. A companhia desenvolve tecnologia pioneira em áreas como: data mining espacial, meios de comunicação interactivos, realidade aumentada e jogos para dispositivos móveis, entre outros.


O nome YDreams pode ser enganador: a estratégia é feita de sonhos e "ideias loucas", mas a verdade é que a empresa facturou mais de 1 milhão de euros (210 mil contos, na altura) logo no primeiro ano de actividade.


A criação da empresa, em Junho de 2000, deveu-se, aliás, a este projecto. "Quem nos entusiasmou a criar uma empresa foi o António Mega Ferreira, com quem trabalhei no projecto da Expo 98. Ele achava que as nossas ideias deviam ser propostas a operadoras móveis", conta Câmara. E foram: em primeiro lugar, à Vodafone (a então Telecel) queria um canal de mapas para múltiplas plataformas - Internet, WAP (a versão mini da Net para telemóveis) e computadores de bolso - e "teve a atitude fantástica de apostar numa empresa recém-criada", observa o CEO da YDreams. Foi graças a este contrato com a Telecel (hoje Vodafone) que António Câmara, Edmundo Nobre, Eduardo Dias, José Miguel Remédio e Nuno Correia - investigadores com trabalhos publicados e reconhecidos internacionalmente - juntamente com um sócio financeiro, puderam dispor dos meios de capital necessários à criação da empresa, a qual começou por se chamar Ideias Interactivas.


Embora trabalhemos em colaboração com algumas da maiores corporações globais, na redefinição e criação de novos mercados, pautamo-nos por valores perenes como qualidade, dedicação e visão de longo prazo. Ao longo dos últimos seis anos, a YDreams estabeleceu-se como uma empresa reputada no uso criativo da tecnologia, em Portugal e noutros mercados onde opera, que incluem a Holanda, Espanha, Reino Unido, Alemanha, China, Estados Unidos e Brasil.


Em 2005 a Ydreams foi distinguida como uma das melhores novas companhias europeias no campo das telecomunicações e seleccionada para ser tema de uma reportagem no canal CNBC Europe. O perfil de negócios da empresa foi segmentado em quatro blocos e transmitido de 23 a 28 de Fevereiro de 2006.


A YDreams disponibiliza produtos, soluções personalizadas e serviços para quatro áreas diferentes, através de unidades de negócio independentes: Advertising, Entertainment, Educação & Cultura e Ambiente & Qualidade de Vida.

Mais informações em:
http://www.ydreams.com