Pois é podem estar a pensar, mas aconselho que não o façam, deixem essa tarefa para quem de direito.
Hoje dedico umas linhas à minha veia, digamos, artistica.
No outro dia fui dar
sangue, um feito que acho dignificante e memorável e do qual me orgulho muito de cada vez que o faço, não só pela carga social que o gesto transmite mas por estar a fazer a diferença na vida de uma, ou mais, (ok aqui já estou armado em bom) pessoas.
Pode-se dizer que é como
reciclar, mas na vertente reutilização do sangue em vez do plástico, vidro ou papel.
Continuando, doei o meu sangue e para não me esquecer do feito tão cedo, é claro, fiquei com um hematoma para ostentar e vangloriar-me. As pessoas perguntam "O que é isso no braço?" e eu prontamente "Fui dar Sangue!" Nos olhos das pessoas fica um ar de "humm" e depois um outro de "Ahh, dás Sangue?" Certamente pensavam que o mesmo nasce em árvores Ehehehhehe.
Para além do sangue também comprei uns livros, não só para mim mas também para outras pessoas, dos demais ficam aqui dois que acho que devem ser mencionados.
Um livro importante que muita gente (e pessoas também) devia ler é este, uma espécie de manual canino (link indisponivel temporariamente), só fazia bem, a nós utilizadores do passeio e aos outros, os donos. O outro é o
Livro dos Revolucionários, o qual aconselho vivamente aos pessimistas e afins deste país, perspectivas positivistas nunca fizeram mal a ninguém.
E pronto acho que deixei aqui um bocado de mim e acho que foi um bom bocado (tal como o bolo).
Afinal consegui encontrar o link para o livro,
aqui fica.
Até à próxima. ;)