16.9.07

Dalai Lama - O Guru do Tibete

Ok parece que estou a gozar mas não, quem esteve lá sabe que é assim que ele se intitula. Guru, sábio, ser com experiência para partilhar e não o "Buda Vivo" como teimam em charmar-lhe.
Uma vez que me intitulo a mim mesmo um asséptico religioso, fui ver a "palestra" de S.S. Tenzin Gyatso com curiosidade e não como se fosse à procura da cura para os males do mundo.
Tendo a minha curiosidade sido despertada após ter visto uma entrevista ao Dalai num qualquer canal de TV, lá mexi os cordelinhos e a convite de uma prezada amiga minha lá fui (ok fiz-me convidado mas pronto). Assim confirma-se a boa disposição, o humor e a simplicidade. Primando sempre os conselhos auditivos, passo a explicar, resumindo e concluindo, devemos ouvir os outros para assim podermos evoluir em termos pessoais.

10.9.07

Ausente mas sempre presente!

Pois é podem estar a pensar, mas aconselho que não o façam, deixem essa tarefa para quem de direito.
Hoje dedico umas linhas à minha veia, digamos, artistica.
No outro dia fui dar sangue, um feito que acho dignificante e memorável e do qual me orgulho muito de cada vez que o faço, não só pela carga social que o gesto transmite mas por estar a fazer a diferença na vida de uma, ou mais, (ok aqui já estou armado em bom) pessoas.
Pode-se dizer que é como reciclar, mas na vertente reutilização do sangue em vez do plástico, vidro ou papel.
Continuando, doei o meu sangue e para não me esquecer do feito tão cedo, é claro, fiquei com um hematoma para ostentar e vangloriar-me. As pessoas perguntam "O que é isso no braço?" e eu prontamente "Fui dar Sangue!" Nos olhos das pessoas fica um ar de "humm" e depois um outro de "Ahh, dás Sangue?" Certamente pensavam que o mesmo nasce em árvores Ehehehhehe.
Para além do sangue também comprei uns livros, não só para mim mas também para outras pessoas, dos demais ficam aqui dois que acho que devem ser mencionados.
Um livro importante que muita gente (e pessoas também) devia ler é este, uma espécie de manual canino (link indisponivel temporariamente), só fazia bem, a nós utilizadores do passeio e aos outros, os donos. O outro é o Livro dos Revolucionários, o qual aconselho vivamente aos pessimistas e afins deste país, perspectivas positivistas nunca fizeram mal a ninguém.
E pronto acho que deixei aqui um bocado de mim e acho que foi um bom bocado (tal como o bolo).
Afinal consegui encontrar o link para o livro, aqui fica.
Até à próxima. ;)

17.8.07

Energias Renováveis

Tendo sempre presente que é este o futuro em termos de produção energética e uma vez que é imprescindivel dar a conhecer todo um universo (energético entenda-se) ao nosso alcance é importante dar a conhecer todas (ou quase) as formas de produção de energia (renovável).

Assim irei dar inicio com este post um novo ciclo cujo objectivo é dar a conhecer as formas de produção de energia renovável para consumo doméstico.

Para já deixo aqui um site interessante.

http://www.energiasrenovaveis.com/index.asp

3.8.07

Biosfera

O "Biosfera", um programa de televisão transmitido na RTP2, foi distinguido com o "Prémio Quercus 2007", um galardão que premeia entidades, empresas ou cidadãos que se destaquem como defensores do ambiente e promotores do desenvolvimento sustentável.
Criado e desenvolvido pela produtora Farol de Ideias, o "Biosfera" é um magazine de ambiente de 45 minutos, transmitido semanalmente na RTP2 e que conta com mais de cem mil espectadores.
A Quercus justificou o prémio, pelo «excelente tratamento que o programa tem dado às questões ambientais e à sua divulgação junto da sociedade portuguesa».
«O ambiente deixou de ser um tema a que só alguns especialistas e poucos cidadãos preocupados tinham acesso. Este prémio reforça o caminho semanal de chamarmos a atenção para um Planeta mais equilibrado», realçou Arminda Sousa Deusdado, a jornalista cordenadora do "Biosfera".
De entre os temas abordados no magazine destacam-se a crise do aquecimento global e temas críticos da agenda ambiental portuguesa como a barragem do Sabor, microgeração (produção própria de energia), erosão costeira e esgotamento dos aterros sanitários nacionais.

17.7.07

Iniciativas, poucas mas boas.

StickFaceRunner

Com o objectivo de dar a conhecer projectos portgueses, sejam eles arte plástica ou meras t-shirts, a Stick Face Runner não deixa o mérito em mãos alheias.

Vale a pena espreitar.


GAIA

Associação que foca as temáticas ambientais integrando questões sociais e políticas. Com uma forte componente activista, utiliza frequentemente acções criativas de cariz directo e não violento como forma de sensibilizar e criar consciência sobre raizes sociais dos problemas ambientais. O GAIA investe também fortemente na integração e influência de outros grupos sociais, transformado o trabalho de lobby e cooperação em pontos fortes do trabalho que realiza.

Um site a visitar, porque, o ambiente está nas nossas mãos.

12.7.07

Curiosidade

What's up with all those tip jars?

Am I alone in taking pointed notice of all the tip jars that have blossomed on business countertops? From delis to pizzerias, Chinese takeout joints to barbershops, the word has spread like wildfire: If you put out a tip jar, people will fill it.
Well, maybe they will, but I have yet to be shamed (if this is the right word) into casting my coin into the tip jar fountain. Perhaps it is the scientist in me, but I try to reason the situation out like this: I call in my order to the Chinese restaurant. I drive there to pick it up. I pay the menu price. Why on earth would I pay more than they are asking for their product? Doing so strikes me as positively un-American.
Tipping used to be confined to service-oriented occupations: waitresses, taxi drivers, doormen. Now it has spread to businesses where I seem to be doing most of the work.

Attempts at justification
Just recently I was in a general store where I roamed the aisles, collected my goods, brought them to the counter and even packed them myself. I paid the cashier $23.97 and then noticed a rather ostentatious pickle jar by the register. It was brimming with coins and paper money. On its face was written, in large red letters so as not to escape notice, "TIPS!" The addition of that exclamation point seemed to push the thing beyond a suggestion toward the realm of subtle demand.
Sometimes the tip jar bears an explanation or justification of the recipient's need for the extra cash, such as the annotation, "For college”. And then there was this cryptic one I saw in a service station: "For unanticipated expenses." Hmm. Don't we all have these?
All this reminds me of a little incident with an Internet retailer. On the order form after I had added up the total for goods and shipping, was an additional charge of $1, for "immediate replacement of lost or damaged goods."
There was no way for me to decline or eliminate this fee, so I called them. The pleasant woman at the other end of the line explained that the fee was a bargain because it would ensure my satisfaction with my purchase.
"Ma'am," I calmly began, "if I am not satisfied with this purchase, I expect you to remedy the situation in any event."
She removed the $1 fee.

Nobody will notice
The moral of this tale is that these companies seem to assume that nobody -- except for me! -- will notice or care if an additional buck or two is appended to an order. Considering the large customer bases involved, this can add up to a lot of money. I think this is precisely what has spilled over into the ad hoc tipping jar phenomenon we're now experiencing. If the college student who works at the local taco stand puts out his or her jar and makes an extra $10, $20 or $30 a day, well, why not? It's not as if people have to cough up a tip.
At this point I'm willing to admit that maybe I'm being a curmudgeon about this -- or even worse, a cheapskate. But although I don't contribute to these ubiquitous, beckoning Mason jars, I think there is an insidious effect on the young.
On a visit to a bakery with my son, I had just paid for my bagels when Anton nudged me and pointed to the tip jar. "Dad," he said, "aren't you going to tip them?"
I looked at the milk-faced student behind the cash register, who beamed at me. "Thank you," I told him, "and have a nice day."
This didn't end the conversation. In the car on the way home, Anton asked me how I would feel if I had a tip jar and nobody put any money in.

A little classroom experiment
No one had ever asked me this before. As a teacher it had never occurred to me to put one of these jars on my desk. And so I decided to conduct an experiment. The next day, when I entered the classroom, I casually pulled a small jelly jar from my bag and placed it on my desk. On the front was a neat label, "Tips." I didn't do anything else to draw my students' attention to it and ignored the low mumble that the act incited.
At the end of the lecture, as the students filed out, I'll be darned if a few of them didn't throw their loose change into the jar. I gave it all back, of course, but their quiet gestures did lend me a small thrill, a sense that my teaching efforts were worth more than my salary alone.
Well, I still don't put money in tip jars, but I have put one of these jars in my son's room. Sometimes, when he does something positive or helpful without being told, I throw a couple of quarters in. He appreciates this and looks for opportunities to lend a hand wherever he can. I think that as long as we can keep this under control, I will not have created unreasonable expectations. But mum's the word.

This article was reported and written by Robert Close for The Christian Science Monitor.

Vou meter uma caixinha de gorjetas com uma inscrição a dizer "Dê, vai ver que não custa nada!” aqui na minha secretária, pode ser que seja a solução para a minha independência económica.

1.7.07

Tuga Success VI



Melhor Propriedade Rural da Europa 2007

Situada na freguesia de Rosmaninhal, a Herdade da Poupa está integrada na Monfortur, uma empresa do Grupo Espírito Santo que gere os hotéis Astória e Fonte Santa, em Termas de Monfortinho. E João Carvalho, o secretário-geral da Associação Nacional de Proprietários e Produtores de Caça, explica que o prémio distingue os melhores exemplos "do ponto de vista da conservação dos recursos naturais”, como será esta Herdade da Poupa. Ali se alia um projecto de turismo rural com a localização em plena área da Rede Natura 2000 e do Parque Natural do Tejo Internacional, uma relação que João Carvalho classifica de “casamento perfeito”.
A preservação da paisagem, biodiversidade, património cultural e o desenvolvimento de uma economia local sustentável são os critérios que o júri, na hora de escolher um vencedor. Este ano houve dois vencedores 'ex-aequo', já que foram eleitas duas propriedade, uma na Inglaterra e esta de Idanha-a-Nova. A nível nacional apenas a Herdade do Pinheiro, em Setúbal, tinha até agora sido galardoada.
A notícia da atribuição do prémio foi recebida pelo administrador da Monfortur “com grande satisfação”, sobretudo porque reconhece o trabalho feito na conservação da natureza. António Salgado explica que nos últimos anos se apostou na recuperação dos ecossistemas, que tinham sido destruídos por práticas agrícolas ou florestais incorrectas, como a célebre campanha do trigo. Consistia ela em incentivos à produção deste cereal, entre 1928 e 1934, e levou a um esgotamento dos solos e ao desaparecimento de muitas espécies nativas. A promoção do eucaliptal, algumas décadas mais tarde, só agravou a situação.
Para recuperar o espaço, a Monfortur promoveu a regeneração do montado de azinho, entre outras boas práticas ambientais. E hoje a herdade é habitada por espécies como o veado, o grifo, o abutre-do-Egipto ou a cegonha-preta.
A Herdade da Poupa tem uma área de aproximadamente 4 200 hectares , contando com um hotel rural com 16 quartos e várias actividades ligadas à natureza, como observação de aves, percursos pedestres ou safaris fotográficos. A actividade cinegética é outra das vertentes e, para António Salgado, o prémio “é a prova que a caça não é tão ameaçadora como parece” da conservação da natureza.