12.3.07

Tuga Success III


Relaxe e Sinta

O grupo Vila Galé é um dos principais grupos hoteleiros nacionais e integra o ranking das 250 maiores empresas hoteleiras mundiais.
O grupo Vila Galé é composto por diversas sociedades, das quais se destaca pela sua dimensão e importância a VILA GALÉ - Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S.A., que integra o Rating 1 das empresas nacionais.
Esta sociedade, constituída em 1986, dedica-se não só à exploração e gestão de todas as unidades hoteleiras que integram o grupo como também a realização de projectos e construção de novos empreendimentos turísticos.É actualmente responsável pela gestão de 18 unidades hoteleiras: em Portugal - Algarve, Beja, Cascais, Ericeira, Estoril, Lisboa, Porto e Madeira – e no Brasil - Fortaleza e Bahia - com um total de cerca de 9100 camas. Tem ainda em fase de projecto duas novas unidades em Portugal: o Hotel Vila Galé Lagos e o Hotel Vila Galé Sintra, e uma nova unidade no Brasil: o Vila Galé Dunas.A Vila Galé, S.A conta hoje em dia com cerca de 1500 funcionários e grande parte do seu sucesso deve-se à estreita ligação que existe entre todos eles, formando uma equipa coesa com uma enorme paixão pela hotelaria e pelo turismo nacional.
O capital da Vila Galé, S.A. é integralmente nacional e encontra-se dividido por Jorge Rebelo de Almeida, José Silvestre Lavrador e Herdeiros de José Jorge Ruivo, sendo o Conselho de Administração presidido pelo primeiro.
O grupo hoteleiro Vila Galé vai desenvolver um empreendimento que planeia construir junto do Estádio Nacional e que, para além de uma unidade hoteleira, contempla uma área de escritórios e um day hospital, um conceito em desenvolvimento no mercado internacional. O projecto, apadrinhado pela Câmara Municipal de Oeiras, será composto por um hotel, um edifício de escritórios e um hospital, que no mesmo edifício oferecerá várias valências, inclusive blocos operatórios para pequenas intervenções. O responsável do grupo citou o exemplo da cidade de Coimbra, em que se tem sentido uma grande procura hoteleira por clientes que se deslocam de propósito à região para consultas no hospital da Universidade, face à sua notoriedade.O empreendimento marca o regresso do grupo ao sector imobiliário. O complexo situar-se-á junto ao futuro pavilhão multiusos que a autarquia presidida por Isaltino de Morais tem planeado para o Jamor. O hotel, de cinco estrelas, deverá ter cerca de 300 quartos e incluirá um centro de congressos. A construção deve avançar em 2008.
O grupo Vila Galé define a sua missão com a frase ”Sempre perto de si”, aliada aos 8 valores próprios que tem mantido ao longo dos 20 anos de existência:
A VALORIZAÇÃO dos seus colaboradores, dando-lhes oportunidades de desenvolvimento e progressão de carreira;
A INOVAÇÃO nos produtos e serviços prestados tendo em vista a satisfação das necessidades dos clientes externos;
A LEALDADE nos compromissos assumidos com os clientes interno e externo, não prometendo o que não é possível cumprir;
A AMBIÇÃO quando procura melhorar a qualidade de serviços, produtos e do crescimento sustentado;
A GARANTIA da qualidade dos produtos e serviços adequando-os às expectativas dos clientes;
A ACESSIBILIDADE e disponibilidade no atendimento dos clientes interno e externo;
A LIBERDADE no exercício das diferentes funções, incentivando a criação de novas ideias com o objectivo de melhorar a qualidade do serviço prestado;
A EFICIÊNCIA na resposta às solicitações dos clientes: interno e externo.
Mais informações em:

11.3.07

A Língua de Camões

Como é costume dizer, a nossa é a Língua de Camões.
Este post nasce após a primeira aula de Técnicas de Expressão Oral e Escrita, que não é nada mais nada menos que aulas para aprender a escrever e falar bem a nossa língua (se este texto tiver erros, peço desculpa, ainda só tive uma aula de TEOE).
A língua portuguesa, língua de origem românica, com mais de 210 milhões de falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Idioma oficial único de Portugal e do Brasil, e idioma oficial, em conjunto com outros idiomas, em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçabique, São Tomé e Principe e Timor-Leste, sendo falada na antiga Índia Portuguesa.
Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa espalhou-se pelo mundo, estendendo-se desde a costa Africana até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil. Como resultado dessa expansão, o Português é agora língua oficial de oito países independentes, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros. Há, ainda, cerca de vinte línguas crioulas de base portuguesa. É uma importante língua minoritária em Andorra, Luxemburgo, Namíbia, Suíça e África do Sul. Encontram-se, também, numerosas comunidades de emigrantes, em várias cidades em todo o mundo, onde se fala o Português como Paris na França; Toronto, Hamilton, Montreal e Gatineau no Canadá; Boston, New Jersey e Miami nos EUA e Nagoya e Hamamatsu no Japão.

O Português desenvolveu-se, na parte ocidental da Península Ibérica, do latim falado, trazido pelos soldados e colonos romanos desde o século III a.C.. A língua iniciou o seu processo de diferenciação das outras línguas românicas depois da queda do Império Romano e das invasões bárbaras no século V. Começou a ser usada em documentos escritos pelo século IX, e no século XV tornara-se numa língua amadurecida, com uma literatura bastante rica.
Chegando à Península Ibérica em 218 a.C., os romanos trouxeram com eles a língua romana popular, o latim vulgar, de que todas as línguas românicas (também conhecidas como "Línguas novilatinas", ou, ainda, "neolatinas") descendem. Já no século II a.C. o sul da Lusitânia estava romanizado. Estrabão, um geógrafo da Grécia antiga, comenta num dos livros da sua obra Geographia: "Eles adoptaram os costumes romanos, e já não se lembram da própria língua." A língua tornou-se popular com a chegada dos soldados, colonos e mercadores romanos, que construíram cidades romanas normalmente perto de antigos povoados de outras civilizações.

Entre 409 d.C. e 711, assim que o Império Romano entrou em colapso, a Península Ibérica foi invadida por povos de origem germânica, conhecidos pelos romanos como bárbaros. Os bárbaros (principalmente os suevos e os visigodos) absorveram em grande escala a cultura e a língua da península; contudo, desde que as escolas e a administração romana fecharam, a Europa entrou na Idade Média e as comunidades ficaram isoladas, o latim popular começou a evoluir de forma diferenciada e a uniformidade da península rompeu-se, levando à formação de um "Romance Lusitano". Desde 711, com a invasão islâmica da península, o árabe tornou-se a língua de administração das áreas conquistadas. Contudo, a população continuou a usar as suas falas românicas de tal forma que, quando os mouros foram expulsos, a influência que exerceram na língua foi relativamente pequena. O seu efeito principal foi no léxico, com a introdução de milhares de palavras.

Os registos mais antigos que sobreviveram de uma língua Portuguesa distinta são documentos administrativos do século IX, ainda entremeados com muitas frases em latim. Hoje em dia, essa fase é conhecida como o "Proto-Português" (falado no período entre o séculos IX e XII).


Informação retirada da Wikipedia, 12-03-2007, http://pt.wikipedia.org/wiki/Lingua_portuguesa

26.2.07

Tuga Success II

Grande Lata


Tradição e Qualidade...

Desde 1853 a RAMIREZ tem vindo a consolidar uma tradição de qualidade. A herança da marca "RAMIREZ" está nesta familia há 5 gerações e todos os dias nos esforçamos por honrar uma história que se estende já por 3 séculos.Por entre Guerras Mundiais e muitas mudanças de regime, foi capaz de revolucionar os conceitos de conservação dos produtos desde o tempo em que o peixe era salgado, muito tempo antes de serem inventados os frigoríficos, até às modernas tecnologias de hoje.

Estratégia para o Futuro

Acompanhando sempre a evolução do mercado, a RAMIREZ expandiu-se extraordinariamente. Instalou 2 modernas fábricas, estrategicamente localizadas ao longo da costa portuguesa. Elas contêm uma grande área congeladora e boa capacidade de armazenamento de congelados, de modo a garantir a continuidade do trabalho e a frescura dos nossos produtos em crú.
Ramirez distinguida pela AIP como empresa de referência em processo de internacionalização
A Associação Industrial Portuguesa (AIP) distinguiu empresas no lançamento do livro "Internacionalização das Empresas Portuguesas - 30 Casos de Referência". A Ramirez foi classificada como um dos 30 casos de empresas portuguesas de sucesso na internacionalização.O livro "Internacionalização das Empresas Portuguesas - 30 Casos de Referência", da autoria de Correia Gago, Gomes Cardoso, Torres Campos, Moura Vicente e Cardoso dos Santos.
Mais informações em:

21.2.07

Tuga Success

Começa com este post um "showroom" de vários exemplos portugueses de sucesso internacional.


Ver o aluminío de perfil!








Aluminíos Navarra

"É provável que o alumínio se tenha formado através de sucessivas colisões de átomos de hidrogénio durante o nascimento do sistema solar. O alumínio é o elemento metálico mais abundante na crosta terrestre, 8,13 %. Não o encontramos em estado nativo, mas em formas combinadas, como óxidos e silicatos."

É com base neste metal e é claro com muito esforço que Avelino Gonçalves do Carmo conseguiu levar a bom porto esta empresa, lider nacional e um dos cinco primeiros a nivel mundial na transformação de aluminio.

Hoje o Grupo Navarra está presente em Espanha, França, Alemanha, Itália, Bélgica, Eslovénia, Holanda, Inglaterra, Escócia, Angola e Cabo Verde; sendo que em Espanha e Inglaterra possui delegações.

As exportações estão direccionadas, sobretudo, para os vários sectores da economia industrial internacional. As vendas internacionais representam, actualmente, 46% do nosso volume de negócios, com perspectivas de aumento para os próximos anos. A nossa estratégia comercial passa, cada vez mais, por uma estratégia exportadora, sempre assente numa perspectiva de investimento em recursos tecnológicos e humanos, e jamais descurando os nossos parceiros nacionais.

Mais informações em:

http://www.navarraaluminio.com/

13.2.07

"Patrickes" há muitos...

... mas poucos estão interessados em investir em Portugal.

Quando pela primeira vez li esta noticia (sim, li, porque ver TV tá fora das minhas possibilidades, pelo menos às horas, ditas, normais),

"Um grupo de investidores portugueses, liderado pelo empresário Patrick Monteiro de Barros, pretende construir uma central nuclear em Portugal, que pode custar até três mil milhões de euros.
A intenção de apresentar ao Governo uma proposta neste sentido vai ser anunciada publicamente amanhã, em conferência de imprensa. No convite para o evento, o empresário diz que a construção da central, de última geração, será suportada por fundos exclusivamente privados."


rejubilei de alegria. Mas como é claro, não há bela sem senão, e o senão foi mesmo o enfiar no saco de uma das ideias mais geniais de todos os tempos. Perdoem-me os "pseudo-ambientalistas" e os demais que são contra o nuclear. Não vou aqui fundamentar as minhas declarações/opiniões pois não estou aqui para isso. Estou sim para fomentar o desenvolvimento, a tecnologia, a inovação, isto tudo é claro tendo em atenção o ambiente, a moral, a ética e tudo o mais omisso. A todos os "Patrickes" que possam vir a ler isto, Portugal aguarda-vos de braços e mentalidade aberta, pois, "Água mole em pedra dura tanto dá até que fura".

SIM e mais nada...


E pronto, mais um sinal de progresso e da evolução de mentalidade cujo povo Português ao ir votar (sim, porque só quem vota é que pode reinvindicar, isto a meu ver) demonstrou. Os números falam por si e sem papas na lingua. Os meus agradecimentos a todos os que foram votar, mesmo que tenham votado em branco ou nulo.

8.2.07

SIM porque não!!









Este é sem dúvida o tema do momento, delicado, maltratado e sem sombra de dúvida fustigado pela ignorância. Não preciso de dizer qual a minha opinião pois está bem patente qual é. Só me resta dizer que, pronto, eu vou, sem sombra de dúvida, para o inferno e como é claro não vou ter um funeral católico.

Uma das questões que muitas pessoas devem colocar é de certeza a seguinte:

Qual é a situação noutros países da União Europeia?

Em todos os Estados-membros da União Europeia – à excepção de Portugal, Irlanda e Polónia – realizam-se IVGs em estabelecimentos de saúde legalmente autorizados (inclusive em Espanha, onde a lei é semelhante à portuguesa). Fazem-no, utilizando, escrupulosamente, a cláusula de existência de risco para a saúde mental da mulher, o que comprovam, clinicamente, com entrevistas, testes ou exames feitos por psicólogos e psiquiatras e dando um prazo para reflexão, quando existem dúvidas.
Queremos uma lei que, à semelhança do que se passa na União Europeia, não criminalize as mulheres. Atente-se a exemplos de alguns países:

Alemanha – A IVG é permitida até às 12 semanas, a pedido da mulher, após apresentação de certificado médico que comprove ter tido aconselhamento no mínimo 3 dias antes da IVG.

Bélgica - A IVG é permitida até às 12 semanas, quando a gravidez coloca a mulher numa situação insuportável.

Bulgária - A IVG é permitida até às 12 semanas. Após este período, apenas é permitida se houver risco de vida para a mulher.

Dinamarca – A IVG é permitida até às 12 semanas, a pedido da mulher, mediante a apresentação de um requerimento a um médico ou centro social, que aconselhará a mulher e a encaminhará para um hospital, se mantiver a intenção de interromper. Após as 12 semanas, quando a mulher esteja inapta a tomar conta da criança de forma responsável, nomeadamente por ser nova ou imatura.

França – A IVG é permitida até às 12 semanas, por solicitação da mulher. E até ao segundo trimestre por razões médicas. Tem um período de ponderação obrigatório (mínimo 8 dias). No caso de se tratar de jovem menor de 18 anos, tem de ter consentimento de um dos pais ou de um representante legal.

Grécia – A IVG é permitida até às 12 semanas a pedido da mulher.

Holanda – A IVG é permitida até às 13 semanas por solicitação da mulher. Até às 24 semanas, quando comprovada a situação de dificuldade e falta de alternativa da mulher, tendo mantido o seu pedido de IVG.

Inglaterra – A IVG é permitida até às 24 semanas. Para além das 24 semanas, nos casos de risco para a vida da mãe, risco de grave e permanente doença para a mãe e nos casos de risco de séria deficiência do feto.

Itália – A IVG é permitida até aos 90 dias, quando constitui grave perigo para a saúde das mulheres. São consideradas válidas as suas condições económicas, sociais e familiares e/ou as circunstâncias em que se realizou a concepção.

Noruega – A IVG é permitida até às 12 semanas, a pedido da mulher.

Suécia – A IVG é permitida até às 18 semanas, por solicitação da mulher e até às 22 semanas por motivos de força maior (ex: inviabilidade do feto).

Não se esqueçam, dia 11 de Fevereiro entre as 7h e as 19h não faltem.